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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

'Iar-nuou'? Gisele diz que aprendeu inglês ouvindo Mariah Carey

Em entrevista à TV americana, top brasileira contou como lidou com a barreira da língua quando chegou em Nova York, nos anos 1990, para ser modelo

Gisele Bündchen durante o programa americano Late Night with Jimmy Fallon
Gisele Bündchen durante o programa americano Late Night with Jimmy Fallon (Lloyd Bishop/NBC/NBCU Photo Bank)

Se para muitos brasileiros estudar inglês pode ser um martírio, a modelo Gisele Bündchen encontrou uma maneira aprazível -- ao menos para ela -- de assimilar a língua. Em entrevista ao programa de TV americano Late Night with Jimmy Fallon, nesta segunda-feira, a top model contou que aprendeu a falar inglês graças à cantora Mariah Carey e também à banda de R&B Boyz II Men.
“Minhas incríveis fitas cassetes com Boyz II Men e Mariah Carey salvaram minha vida”, disse a brasileira sobre o período em que se mudou para Nova York, no início da carreira de modelo, nos anos 1990, quando só falava português e espanhol. “Eles foram ótimos professores, devo agradecê-los algum dia, se os conhecer pessoalmente.” Se Gisele fazia karaokê e cantava como a Solange do Big Brother Brasil -- aquela que transformou a música "We are the world" em "Iar-nuou" -- não se sabe, mas hoje ela domina a língua.

Casada com o jogador de futebol americano Tom Brady, a brasileira disse que, em casa, só fala em português com o filho mais velho, Benjamin, 4. “Tom diz que só fala duas línguas: futebol e inglês. Então, às vezes digo para meu filho em português, 'Papai, não sabe nada'. E ele fica tentando traduzir: 'Eu sei o que significa isso. Você está dizendo que eu não sei nada!’”, conta Gisele, imitando o marido. “Então, eu digo para ele: você tem que aprender português se quer viver nesta casa.”

fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/gisele-bundchen-diz-que-aprendeu-ingles-ouvindo-mariah-carey

segunda-feira, 1 de julho de 2013

MITOS DO INGLÊS: "TEM QUE MORAR FORA PARA SER FLUENTE"

Hi there!! 

Neste final de semana eu tive a oportunidade de conversar com alguns parentes meus  recentemente chegados dos Estados Unidos e da Australia... ao invés de encontrá-los mais "maduros" em seu English &;Conversation, acabei me surpreendendo com os resultados...
 
E quantas vezes não caímos neste mito? Ahhh "se você deseja falar inglês fluentemente você deve morar fora. Só morando nos Estados Unidos, na Inglaterra, Canadá ou em qualquer outro país de língua inglesa que seu inglês será realmente fluente." Será?




 
Bem, não foi bem isto o que aconteceu com alguns de meus parentes que resolveram passar alguns meses em New York e em Sidney. E, não raro, isto é um fato bastante corriqueiro em nossas observação. Quantas pessoas você já não ouviu falar  que voltaram do exterior  ainda mais "mudos" ou no máximo parafraseando ou "repetindo" palavras soltas  de tanto ouvirem os timbres da mesma, mas em realidade mal entendem o uso e significado das mesmas.

Experiemente dizer "How have you been"  ao invés de "How are you" e vejam a reação. Falar inglês fluentemente sem um estudo orientado fica muito difícil. E isto não é novidade. Cair em certos "mitos" como o de "morar fora para aprender a falar inglês fluentemente" é mais um deles
Como profissional do ensino da língua inglesa (e eterna aluna do Inglês) eu conheci muitas pessoas que nunca foram para os Estados Unidos e tem um ótimo inglês. Ceta vez confesso que fiquei chateada comigo mesma, pois mesmo morando nos Estados Unidos, trabalhando para um multinacional americana,  me atualizando com cursos e viagens "para o mundo" eu não tive o mesmo desempenho em um teste mecânico de interpretação espontânea que um colega obteve - detalhe que ele nunca saiu de São Paulo em toda sua vida! Veja só como são as coisas... 
É claro que não estou "menosprezando" a idéia de viajar e aprender um segundo idioma. Mas, é necessário frisar a ideia em "Aprender".



Vale muito a pena passar uma temporada em um país onde o inglês é falado. Entretanto, tal não é o bastante para ser fluente em inglês. Se desejamos ter  Inglês fluente não tem milagre: é necessário estudar, se envolver com a língua, dedicar-se à ela e muito mais. E isso você pode fazer morando aqui mesmo no Brasil. Cabe ao aprendiz deixar a preguiça de lado e dedicar tempo para utilizá-los em prol do seu aprendizado. No geral, tudo é uma questão de querer aprender a língua e para aprender basta fazer a sua parte: leia livros, escute entrevistas, assista a filmes e seriados, seja curioso, vá além, não se limite a avaliações de terceiros, ouse, tente, levante-se e continue... Quanto esta é nossa prioridade não é necessário dispender tanto dinheiro e procurar ajuda fora. Temos  inúmeros recursos para aprender Inglês, contudo de nada valem se continuarmos a terceirizar nossa parte: estudo e dedicação. 
You can fly higher!! 

Cheers 

domingo, 23 de junho de 2013

Falar inglês corretamente, com autenticidade e longe dos maneirismos da "pressa"


Hello Folks!!

Logo cedo quando lia os noticiários sobre educação e cultura me interessei por um tópico bastante oportuno para nosso blog: "Inglês e o perfeccionismo de seus falantes"
 
O texto fez alusão aos profissionais que, insatisfeitos com seu inglês se sentiam ainda mais frustados ao passarem por certos testes orais de proficiência e não garantirem nota máxima nos mesmos. As linhas do inconformismo tocam num campo bastante delicado aos seus falantes não-nativos, pois é difícil imaginar que em um teste oral dirigido para professores a média apontou uma estatística bastante "razoável" em seu desempenho, preocupando seus mestres quanto ao quesito: pronunciation. 
 
Desta forma, pensei um pouco mais e logo imaginei que o "razoável" pode ter soado como "fracasso" para muitos profissionais, contudo, tal não deve ser este interpretado como mais uma catalisador de fracassos e/ou catástrofes. Ao longo de minha vida profissional eu tive a oportunidade de realizar diversos cursos internacionais tanto nos Estados Unidos da América como na Alemanha, e,  não raro, constatei que mesmo para muitos  mestres e doutores da gramática Inglesa a "impressão" 100% de sua letra e grafia não confirmaram os mesmo percentual em sua pronuncia,  se comparado ao nativo inglês ou americano. Seria isto um gafe?

Absolutamente, não! Uma coisa é aprender a falar o segundo idioma com coerência, entonação e ritmação corretos; outra coisa é passar a "imitar" os sons conjugados e as interpolaçõees de um idioma. Por mais "perfeito" que estruturalmente falemos, é fato guardarmos um certo "accent" nosso.

A lingua portuguesa falada em São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo,  nao possuem a  mesma entonação entre si (quem dirá para as outras regiões  deste nosso enorme país) e, nem por isso, podemos alegar que em  São Paulo e no Rio de Janeiro, os brasileiros nao "falam o português correto". Por outra via um teste de  proficiência oral, é claro que possui suas linhas de classificação, mas,  o concieto "razoável" nao quer dizer necessariamente o intolerável, antes, a observação de que a idéia de fluência no inglês  não advém do fato de "repetirmos" com proeza os sons de sua sílabas falantes à maneira dos papagaios, mas o quão naturalmente falamos o Inglês, utilizando-nos de estruturas e vocabulários corretos sem desprezarmos a correta "fonologia" deste idioma. Procurar um profissional que repita os sons do Inglês com a mesma velocidade dos filmes de Hollywood não necessariamente é o melhor caminho. Podemos falar muito rápido e continuarmos a reproduzir erros e repetirmos vocabulários de forma "generalizadora"  até fossilizá-los em nosso "arquivo de memória". 
Tomemos como exemplo o ator Antonio Banderas... se o  acompanharmos nas entrevistas vamos observar um sotaque espanhol bastante distinto e nem por isto podemos considerá-lo  um mal falante do Inglês. Perfeccinismo não quer dizer fluência e fluência não quer dizer  apenas velocidade de ritmação, antes o quão naturalmente sua mensagem é transmitida e entendida por um nativo, por exemplo. Se você consegue falar muito bem e rapidamente ótimo, o que não podemos confundir são sons com melodias, ok? :)

Acompanhe Antonio Bandeiras falando  Inglês corretmanete sem a cair nas desvairadas tentativas de ser um "papa-léguas" da Letra, antes um comunicante.

 
Pensem nisso!!

Have a wonderful week!!




quarta-feira, 12 de junho de 2013

VIDEOGAME x INGLÊS, é possível conciliar?



Hi Folks!!
 
Hoje gostaria de dividir com vocês um assunto um tanto polêmico para pais, alunos, educadores e pesquisadores em geral. Trata-se do tópico “Aprender a falar Inglês jogando videogame”. Seria possível?  Inglês e a tecnologia dos jogos, será esta mais uma “receita  ideal” para definitivamente falarmos Inglês sem medo?


 Bem, falar “sem medo” até poderia concordar, tendo em vista a preferencia pessoal de jogar em casa ou pelo celular; afinal, o reconhecimento do território é sinal de segurança e conforto :D
Agora falar corretamente o inglês, contemplando 100% suas habilidades e subabilidades linguísticas de writing, reading, speaking e listening, eu  não conferiria  de forma unânime, partindo do pressuposto de que  cada um tem a sua maneira e ritmos específicos para aprender, sentir e encarar de forma mais segura  o mundo “real” (e por que não até “virtual” frente aos inimigos que testam nossa habilidades em níveis variados?) existem muitas reservas. Contudo,  eu ousaria a dizer que pode ser sim possível. É importante salientarmos que neste blog nós não temos nenhum interesse em julgar subjetiva e pejorativamente o uso de jogos no artefato ensino-aprendizagem sob justificativas da ética e moral.  Fica aberto  o espaço para os comentários para aqueles que assim desejam relatar sua experiência, manifestando seus pontos de vista. Sempre nos é enriquecedor!
De fato  nos é bastante interessante observar que os videogames podem sim auxiliar no aprendizado de uma segunda lingua deste que o uso dos conteúdos se façam de maneira adequada, atentando aos aspectos culturais, técnicos  e pedagogicos do mesmo. O aspecto lúdico na educação cria possibilidades infinitas de aprendizado, oxigenando métodos, e recriando aquilo que habitualmente estamos “acostumados” a receber sem interagir na sala de aula ou mesmo ao lado de professores e educadores ainda entricheirados no modelo clássico iluminista onde os professores ditam informações e os alunos as memorizam.
Apesar de já não estar à flor da pele a minha antiga “tara” pelos videogames (sou da Era Nitendo), eu não nego o quanto meu esforço em decodificar as instruções por escrito de cada fase do jogo Super Mario Bros, me ajudou a vencer “certos desafios” ainda mais complicados quando ganhei meu primeiro PC e elaborei, sozinha, meu primeiro endereço eletrônico, conectando –me ao mundo, inclusive à onda antigo ICQ! Uma conquista. A vontade em decodificar cada um daqueles sinais escritos que se passava nos jogos mais tarde me estimulou a comprar meu primeiro  dicionário  bilingue Inglês-Português, e , autodidaticamente, comecei a ler e a prestar mais atenção nas letras de músicas em inglês. Todavia,  eu não posso considerar que foi através dos jogos, por eles mesmos, que consegui temporariamente  conquistar 100% de minha proficiência no idioma. Para mim, a tríade escola-professor-livro  como também os cursos mais personalizados foram de grande valia para meu aprendizado de forma a substancializar minha habilidade no mesmo. Atualmente quando observo alguns de meus alunos jogando, por exemplo o jogo  Injustice – the Gods among us – XBOX, eu me sinto feliz (sim feliz pois eu me sentia satisfeita ao conseguir entender o que os personagens me solicitavam)  em decodificar no olhar deles a imensa vontade em entender a história contada de cada um dos personagens da trama Injustice, e assim, conseguirmos juntos  explorar o lado construtivo-pedagogico destas fontes, reunindo as ferramentas necessárias para a exploração de um foco: o aprendizado do Inglês e não a mera competição e/ou “aquisição mecânica” de um segundo ou terceiro idioma.   Se esta certo ou não, é difícil utilizar a melhor “taxonomia” para tal, pois tudo há um lado politico e ideológico. Trabalhar a fonte como foco  voltado para o processo de entendimento, codificação/decodificação do estudo de um idioma parece bastante positivo. Entendo que as fontes “de” e “para” o estudo são vastas; a maneira como fazemos o uso das mesmas eis a sabedoria para resultados mais definitivos.  



 
E o  que vocês acham?
 É possivel o videogame ser mais um aliado para o  aprendizado do Inglês?

A entevista abaixo é bastante curiosa! E admito sempre foi bem vinda em minhas aulas :D  
A Dank Languages caminha ao lado de metodologias inovadoras por ter seu aluno como principal referencia em seus resultados de pesquisas. Portanto negar o que o mundo nos oferece seria negar o aprendizado efetivo, furtando o direito de nossos alunos em aprender Inglês com base na inovando de técnicas.
Confiram  a entrevista :

  






terça-feira, 4 de junho de 2013

YES, YOU CAN! Falar Inglês sem medo


Hello Folks!!

Nem tenho palavras para agradecer o tempinho que todos vocês dispõem para lerem algumas notas em nosso blog. Sejam muito bem-vindos!!

        Não é de hoje que ouvimos de alunos e interessados em geral  a descrença quase que "total" no aprendizado de segundo idioma, especialmente o Inglês. Masss... necessariamente o Inglês?  Sim, ele mesmo, o conhecido, mas, muito mal ensinado e praticado pelos falantes brasileiros... o Inglês de importância veemente no mercado de trabalho, no lazer e dia-a-dia dos nossos cidadãos. Não vamos aqui discursar sobre as "crônicas de ensino" e as infindáveis ideologias e axiomas meramente teóricos,
Antes, gostaríamos de dividir algumas experiências das quais esperamos ser de grande valia para você, e para seu planejamento em adotar o estudo de um segundo idioma de forma definitiva. Definitiva porque todos os dias, presenciamos inúmeras desistências de alunos por uma razão de denominador bastante comum: a falta de motivação. Sabemos praticamente de cor, de todo um arsenal enciclopédico que a ciência pedagógica sugere para cada equipe de professores e coordenadores, e, até então, não encontramos um modelo absolutamente ideal de aprendizado senão àqueles que tangenciam uma linha de aproximação entre método e as reais necessidades do aluno, focando substantivamente  na particularidade e excentricidade de sujeito singular. Uma ideia que substancializa a personificação de método as necessidades e, por que não às expectativas do sujeito singular. Parece bastante complicado, e,  realmente o é na pratica de sua concreção. Não vamos aqui desnudar a solução pedagógico- metodológica que também é um fator da desistência de alunos; gostaríamos de focar  com um pouco mais de cuidado  o que esta acontecendo com os alunos em sua individualidade no momento  que decidem estudar Inglês. Em, outras palavras, o que acontece com você: Por que você continua acreditando que não conseguem falar inglês?
Sim, é fato que estudar exige muita dedicação, paciência e sacrifício. Também não descartamos a idéia de que a monotonia da sala de aula, os mesmos esquemas de participação entre alunos e professores, a famosa meia hora de laboratório e os quinze minutos de correção de homework; os livros didáticos que só mudam de "cara" e continuam dizendo "Nice to meet you" em diferentes tempos verbais... tudo isto é fatídico, não há discussão, realmente é desestimulador. Entretanto, voltemos a sua  proposição de começar (ou voltar) a estudar Inglês. O que se passa dentro de você? O que acontece com você quando encontra uma escola renovadora,  professores dinâmicos, livros didáticos super atualizados? Uma grande surpresa?! Sim... Não deixa de ser muito bom, contudo, não é suficiente. Por que depois de tantas "idas e vindas" você ainda continua  a desistir de estudar inglês. Será porque você se auto convenceu? Opa... eis aí um excelente começo para mudança de atitudes! Você sabia que quando começamos a nos familiarizar demais (mesmo que por simples deslize) qualquer tipo de idéia a nosso respeito,  irrevogavelmete criamos  uma força de atração  poderosa e, o resultado é bastante autoexplicativo: nós passamos a acreditar nela(s). Portanto tome cuidado! Observe que você tem muito poder sobre as qualquer coisa que está a sua volta. Consciente disso, acredite! Estudar inglês é de fato para você,  mais uma conquista.





Algumas dicas para você perder o medo de falar inglês e ganhar mais autoconfiança:


Deixe de lado os maneirismos. Para de se importar com  resultados de testes de proficiência.  Nós nos cobramos demais e, pouco internalizamos a experiência do erro.
Deixe da autopunição... se você já viajou para os Estados Unidos e uma recepcionista do hotel ficou impaciente com você..aprenda com esta experiência sem se importar tanto com os juízos alheios.

Observe o quanto você se esforçou e se esforça para dar o seu melhor. Reconheça de uma vez por todas que é errando que você aprende, é reconhecendo melhor os seus erros que melhor saberá descortinar os caminhos para o sucesso. Permitir–se aos “teorismos pedagógicos”, ao feedback pseudo-professional, aos prazos e metas de proficiência é continuar perdendo seu tempo sem sucesso algum.

Seja objetivo consigo mesmo quanto a sua capacidade intrínseca e poderosa de estudar e praticar inglês ou qualquer idioma sem autocobrança ou autopunição. Sinta-se sempre motivado mesmo ao cometer erros ou ouvir de amigos, chefes, colegas e/ou parentes que você não consegue...

Acredite em você mesmo, em cada mínimo esforço, pois nem mesmo o nativo detém o conhecimento total de sua língua mãe. Temos  certeza de que quando você começou a pronunciar as primeiras palavras do Português, sua mãe parabenizou seu esforço! E é isto que queremos para você! Gostaríamos que formulassem seu planejamento com consciência correta de si mesmo, de sua capacidade em falar e exercitar o inglês independente de qualquer resultado de teste teórico.

Dê-se todos os dias a honra em atingir suas metas com cautela e doação do melhor de si! Esta é magia para caminharmos em frente.  Não adianta só mudar de método, de professor, de livros aleatoriamente sem primeiro mudar algumas coisinhas que só dependem de você. Já parou para pensar nisto? Confie em sua força interior e faça a diferença...  

Foi um prazer!!
Ótima semana



Teacher Marcela

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Medo de cometer erros

Essa semana me deparei com um site muito interessante onde há artigos relacionados ao aprendizado e ensino de Inglês. Um artigo me chamou atenção: Fear of Making Mistakes (Medo de cometer erros). Ele mostra diferentes situações relacionadas ao tópico, mas uma sugestão me chamou a atenção.

Se temos medo de falar Inglês, seja por medo de errar ou por receio de não ser compreendido, temos que tentar, dar o primeiro passo. Talvez tenhamos dificuldade nas primeiras vezes, mas, aos poucos, teremos mais autoconfiança e conseguiremos superar isso. Em nosso próximo post, contarei uma situação que mudou minha percepção quanto ao bloqueio em falar Inglês.

Cometer erros é normal no início, mas como diz um ditado em Inglês : practice makes it perfect! (a prática faz a perfeição)

Boa prática a todos!!!

Fonte: http://englishharmony.com/conquer-fear-of-making-mistakes-when-speaking-english/


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 21

Concentre-se na comunicação

Não importa se suas frases estão perfeitas.O importante é passar sua mensagem.
Acredite: para alguém impaciente, não fará diferença se a gramática está correta, mas sim, saber o que você quer dizer.


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 20

Escute

Ouvir te dará modelos de diálogos que te farão reproduzí-los, que por fim, se
transformarão em uma conversa fluente.

Ouça músicas ou diálogos em um filme.

Aqui está um site para treinar o seu listening:

www.esl-lab.com

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 19

Dê um feedback

É importante que o seu professor saiba se você está gostando das atividades escolhidas e do curso em geral.
Professor e aluno devem trabalhar em conjunto para um melhor resultado .
De tempos em tempos, relate o que você acha deu mais efeito, o que gostaria de ter mais ênfase e seus objetivos futuros com o curso.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 18

Peça um feedback

Você pode estar sendo injusto com você mesmo quanto á sua performance.
Peça ao seu professor um feedback profissional e formal sobre o seu progresso de tempos em tempos.
Peça para que ele aponte o que precisa ser melhorado, ofereça sugestões de exercicios e oriente quanto aos futuros passos.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 16

Não procure soluções milagrosas

Assim como em outras áreas, sempre existirão aquelas maneiras que parecem mais fáceis ou milagrosas de venderem algo que provavelmente não funcionará. Aprender alguma coisa depende muito do seu estilo de estudo, de quantas horas poderá se dedicar ao treino e por fim, da sequencia que você dará aos seus estudos.
Confesso que eu mesma já comprei aqueles chás milagrosos para emagrecer...rs...
Quanto perdi?Alguns reais!!


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 15

Não se culpe

As pessoas tem dificuldades em várias áreas. A sua dificuldade é falar um idioma.
Independente do motivo que isso acontece, não se desmotive ou sinta-se incapaz de aprender.
Estar estudando é um passo para vencer esse obstáculo e deve ser sempre valorizado.



segunda-feira, 26 de março de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 14

Tenha sequência

Siga um livro, um curso, tenha objetivos.

Alguns alunos querem abraçar o mundo: começam o básico, depois querem aprender algo para viagem, depois precisam fazer uma apresentação no trabalho e transformam o curso em uma verdadeira salada e não chegam a lugar algum.resumindo:perda de tempo e de dinheiro.Isso também vale para os professores que preferem não adotar um livro e acabam perdendo o fio da meada depois de um tempo de curso.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 13

Tenha frequência

As faltas são as maiores vilãs do bloqueio. O constrangimento do aluno em ter esquecido o que foi dado na última aula por conta das faltas, acarretará em um misto de dificuldade, dúvida , vergonha e, por fim, desmotivação.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 12

Repita palavras e frases em voz alta- Está sozinho em casa ou no carro? Fale, fale, fale.

Desabafe, conte, solte-se, repita aquelas palavras mais difíceis. Novamente, treine esse músculo
que é a sua língua e acostume-se com aqueles sons que só existe em inglês como:the.

Que tal um  desses tongue twisters?

Around the rugged rocks the ragged rascals ran.

Long legged ladies last longer.

Mixed biscuits, mixed biscuits.

A box of biscuits, a box of mixed biscuits and a biscuit mixer!

Peter Piper picked a peck of pickled pepper.
Did Peter Piper pick a peck of pickled pepper?
If Peter Piper picked a peck of pickled pepper,
Where's the peck of pickled pepper Peter Piper picked?

Pink lorry, yellow lorry.

Red leather, yellow leather, red leather, yellow leather.

She sells sea-shells on the sea-shore.

Depois passe aqui e conte-me qual você conseguiu falar..rs!

Teacher Joe can help you:

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 10

Ganhe vocabulário

Quando uma palavra não vir à cabeça, use outra no lugar imediatamente para evitar aquele vácuo entre as frases. Um milésimo de segundo de silêncio para um aluno que tem medo ou vergonha de falar inglês, pode ser uma eternidade e quebrar toda a harmonia e fluidez da conversação.Quanto mais vocábulário, mais fluência.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 9

Decore algumas expressões

Se em português alguém te falar:

-Ganhei na loteria!

Sua resposta pode ser :"Nossa!" ou "Que sorte!" ou ainda "Não esqueça de mim...rs"!

Essas respostas devem sair naturalmente. Que tal decorar algumas em inglês para parecer tão natural quanto?

Guarde algumas expressões como:"Really?" ou "That's interesting!" ou "How come?". Elas serão
como cartas na manga e evitarão aquele "branco" nessas situações.

Aqui vão algumas:

CONVENCIONALIDADES
EXPRESSIONS OF POLITENESS AND GETTING ACQUAINTED (38)

Prazer em conhecê-lo. - Nice to meet you. / I'm glad to know you. / It's a pleasure to know you. /
How do you do.
O prazer é meu. - Nice to meet you too.
Como vai? - How are you? / How are you doing? / How is it going?
Oi, tudo bom? - Hi, how's it going?
E aí, como é que é? - Hey, what's up? (informal greeting)
Há quanto tempo! - It's been a long time.
Quantos anos você tem? - How old are you?
Você tem irmãos? - Do you have any brothers and sisters?
De nada. / Não há de quê. / Disponha. / Tudo bem. / Que é isso! / Capaz! / Imagina! - You're
welcome. / That's OK. / Not at all. / Don't mention it. / It's my pleasure.
Thank you ... - Thank you. - Obrigado ... Eu que agradeço. / Obrigado ... Obrigado a você.
Igualmente. - The same to you. / You too.
Com licença. / Dá licença. - Excuse me.
Como? / O que? (quando não se entende o que o interlocutor disse) - Excuse me? / Pardon? /
Beg your pardon? / What? (less polite)
Eu já volto. - I'll be right back.
Até logo. / Até amanhã. - I'll (I will) see you later (tomorrow). / See you.
Como é que foi o fim de semana? - How did you spend the weekend? / How was your weekend?
Pelo jeito, vai chover. / Parece que vai chover. - It looks like it's going to rain. / It looks like rain.
Será que vai chover neste fim de semana? - I wonder if it's going to rain this weekend.
Tomara que não chova. - I hope it doesn't rain.
Faça-os entrar. - Show them in.
Fique à vontade. / Esteja à vontade. / Faça de conta que está em casa. / Esteja a gosto. - Make
yourself at home. / Make yourself comfortable.
Sirva-se. - Help yourself. / Be my guest. / Go ahead. (informal)
Você está se divertindo? - Are you having a good time? / Are you enjoying yourself? / Are you
having fun?
O que você achou da festa? - How did you like the party? / What did you think of the party?
Não, obrigado; estou satisfeito. / Estou servido. - No, thanks. I'm full. / I've had enough.
Saúde! (Quando alguém espirra) - God bless you. / Bless you.
Saúde! (Brinde) - Cheers!
Pois não? (Que deseja?) - Yes, may I help you? / Can I help you? / What can I do for you? / What
can I get for you?
Pois não! - Sure! / Of course! (acceding to a request).
Você é que resolve. / Você que sabe. - It's up to you.
Por mim, tudo bem. - It's OK with me.
Vamos dar uma volta? - Let's go for a walk. / Let's take a walk. / Do you want to go for a walk? /
Let's go for a drive. / Would you like to go for a drive?
Qualquer um; tanto faz. - Either one. / Whatever. / It doesn't matter. / It doesn't make any
difference. / It makes no difference.
Pode deixar comigo - I'll take care of it. / Leave it to me.
Me avisa se mudares de idéia. - Let me know if you change your mind.
Lembranças. / Abraços. - Regards. / Give my best.
Vamos manter contato. - Let's keep in touch.
Passe bem. - Have a nice day.
Boa viagem! - Have a nice trip!

CONSOLANDO E TENTANDO AJUDAR
COMFORTING AND TRYING TO HELP (16)

Você está bem? / Tudo bem contigo? - Are you OK?
Vai ficar tudo bem. / Vai dar tudo certo. - It'll be OK. / It'll be all right.
Deu certo. / Não deu certo. - It worked. / It didn't work.
Desabafa. - Get it off your chest.
Veja o lado bom das coisas. - Look on the bright side.
Não se preocupe. / Deixa prá lá. / Não importa. - Don't worry. / Never mind.
Não deixe isso te afetar - Don't let it get to you.
Te acalma. / Vai com calma. - Take it easy.
Falta pouco. - It won't be long.
Felizmente não aconteceu nada. - Fortunately nothing happened.
Ainda bem que ... / Graças a Deus … - Thank God … / Good thing … / I'm glad …
Não foi tua culpa. - It was not your fault.
Pode contar comigo. - You can count on me. / You can lean on me.
Estarei sempre a teu lado. - I'll always be there for you.
Coitado. / Coitadinho. - Poor thing.
Meus pêsames. - My sympathy.

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APROVANDO, FELICITANDO, ELOGIANDO OU CELEBRANDO
APPROVING, PRAISING, CONGRATULATING AND CELEBRATING (12)

Isso mesmo. / Exatamente. / Com certeza. - Exactly. / Absolutely.
Ótimo! - Great!
Boa idéia! / É uma boa. - Good idea! / Sounds good.
Tô nessa! - Count me in!
Bem lembrado. - Good thinking.
Meus parabéns pelo seu aniversário. / Meus cumprimentos pelo ... - Congratulations on your
birthday.
Gostei do teu vestido. - I really like your dress.
Você está bonita(o). - You look good! / You look great!
Consegui! - I got it! / I got it right! / I did it!
São e salvo! - Safe and sound!
Bom trabalho! - Good job!
Ele está se saindo bem. - He's doing all right.

Fonte:http://www.sk.com.br/sk-idiom.html

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 8

Desenvolva assuntos

Prepare algo mesmo que mentalmente para conversar em sala de aula.
Você verá que a preparação fará com que você estruture melhor o seu diálogo.Às vezes,mesmo
em português, somos pegos de surpresa e temos um "branco" na hora de falar. Imagine em
inglês! Se você já sabe qual  situação enfrentará (um estrangeiro na empresa, falar sobre um final
de semana na aula), preparando-se para ela (sem decoreba,é claro).

A ansiedade diminuirá e, por consequência, você se sentirá mais solto para falar em inglês.