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terça-feira, 4 de junho de 2013

YES, YOU CAN! Falar Inglês sem medo


Hello Folks!!

Nem tenho palavras para agradecer o tempinho que todos vocês dispõem para lerem algumas notas em nosso blog. Sejam muito bem-vindos!!

        Não é de hoje que ouvimos de alunos e interessados em geral  a descrença quase que "total" no aprendizado de segundo idioma, especialmente o Inglês. Masss... necessariamente o Inglês?  Sim, ele mesmo, o conhecido, mas, muito mal ensinado e praticado pelos falantes brasileiros... o Inglês de importância veemente no mercado de trabalho, no lazer e dia-a-dia dos nossos cidadãos. Não vamos aqui discursar sobre as "crônicas de ensino" e as infindáveis ideologias e axiomas meramente teóricos,
Antes, gostaríamos de dividir algumas experiências das quais esperamos ser de grande valia para você, e para seu planejamento em adotar o estudo de um segundo idioma de forma definitiva. Definitiva porque todos os dias, presenciamos inúmeras desistências de alunos por uma razão de denominador bastante comum: a falta de motivação. Sabemos praticamente de cor, de todo um arsenal enciclopédico que a ciência pedagógica sugere para cada equipe de professores e coordenadores, e, até então, não encontramos um modelo absolutamente ideal de aprendizado senão àqueles que tangenciam uma linha de aproximação entre método e as reais necessidades do aluno, focando substantivamente  na particularidade e excentricidade de sujeito singular. Uma ideia que substancializa a personificação de método as necessidades e, por que não às expectativas do sujeito singular. Parece bastante complicado, e,  realmente o é na pratica de sua concreção. Não vamos aqui desnudar a solução pedagógico- metodológica que também é um fator da desistência de alunos; gostaríamos de focar  com um pouco mais de cuidado  o que esta acontecendo com os alunos em sua individualidade no momento  que decidem estudar Inglês. Em, outras palavras, o que acontece com você: Por que você continua acreditando que não conseguem falar inglês?
Sim, é fato que estudar exige muita dedicação, paciência e sacrifício. Também não descartamos a idéia de que a monotonia da sala de aula, os mesmos esquemas de participação entre alunos e professores, a famosa meia hora de laboratório e os quinze minutos de correção de homework; os livros didáticos que só mudam de "cara" e continuam dizendo "Nice to meet you" em diferentes tempos verbais... tudo isto é fatídico, não há discussão, realmente é desestimulador. Entretanto, voltemos a sua  proposição de começar (ou voltar) a estudar Inglês. O que se passa dentro de você? O que acontece com você quando encontra uma escola renovadora,  professores dinâmicos, livros didáticos super atualizados? Uma grande surpresa?! Sim... Não deixa de ser muito bom, contudo, não é suficiente. Por que depois de tantas "idas e vindas" você ainda continua  a desistir de estudar inglês. Será porque você se auto convenceu? Opa... eis aí um excelente começo para mudança de atitudes! Você sabia que quando começamos a nos familiarizar demais (mesmo que por simples deslize) qualquer tipo de idéia a nosso respeito,  irrevogavelmete criamos  uma força de atração  poderosa e, o resultado é bastante autoexplicativo: nós passamos a acreditar nela(s). Portanto tome cuidado! Observe que você tem muito poder sobre as qualquer coisa que está a sua volta. Consciente disso, acredite! Estudar inglês é de fato para você,  mais uma conquista.





Algumas dicas para você perder o medo de falar inglês e ganhar mais autoconfiança:


Deixe de lado os maneirismos. Para de se importar com  resultados de testes de proficiência.  Nós nos cobramos demais e, pouco internalizamos a experiência do erro.
Deixe da autopunição... se você já viajou para os Estados Unidos e uma recepcionista do hotel ficou impaciente com você..aprenda com esta experiência sem se importar tanto com os juízos alheios.

Observe o quanto você se esforçou e se esforça para dar o seu melhor. Reconheça de uma vez por todas que é errando que você aprende, é reconhecendo melhor os seus erros que melhor saberá descortinar os caminhos para o sucesso. Permitir–se aos “teorismos pedagógicos”, ao feedback pseudo-professional, aos prazos e metas de proficiência é continuar perdendo seu tempo sem sucesso algum.

Seja objetivo consigo mesmo quanto a sua capacidade intrínseca e poderosa de estudar e praticar inglês ou qualquer idioma sem autocobrança ou autopunição. Sinta-se sempre motivado mesmo ao cometer erros ou ouvir de amigos, chefes, colegas e/ou parentes que você não consegue...

Acredite em você mesmo, em cada mínimo esforço, pois nem mesmo o nativo detém o conhecimento total de sua língua mãe. Temos  certeza de que quando você começou a pronunciar as primeiras palavras do Português, sua mãe parabenizou seu esforço! E é isto que queremos para você! Gostaríamos que formulassem seu planejamento com consciência correta de si mesmo, de sua capacidade em falar e exercitar o inglês independente de qualquer resultado de teste teórico.

Dê-se todos os dias a honra em atingir suas metas com cautela e doação do melhor de si! Esta é magia para caminharmos em frente.  Não adianta só mudar de método, de professor, de livros aleatoriamente sem primeiro mudar algumas coisinhas que só dependem de você. Já parou para pensar nisto? Confie em sua força interior e faça a diferença...  

Foi um prazer!!
Ótima semana



Teacher Marcela

sábado, 7 de janeiro de 2012

Medo de falar na entrevista em inglês

Segundo o consultor de RH Rogério Sepa da DBM, um candidato que cometa erros de inglês na entrevista de emprego, porém descontraído, pode conquistar uma vaga de emprego no lugar de um candidato fluente mas com medo de cometer erros.

Para Rogério, há candidatos preparados que congelam na conversação. "Existe timidez e um medo enorme de cometer erros". Segundo o consultor, um concorrente comunicativo, mas com nível inferior de inglês, tem a chance de levar vantagem nas entrevistas. "Ele mostrará que sabe se expressar de forma segura e eficiente", esclarece.
Como eu sempre enfatizo aqui no blog, é muito melhor comunicar-se com erros do que travar e não conseguir se expressar.
Fonte:revista Você S/A

A reportagem na íntegra:

Pesquisa de consultoria internacional de RH mostra que apenas um terço dos executivos brasileiros domina o idioma. Limitação pode ser fatal em processos seletivos 
 
Você está preparado para uma entrevista em inglês? Apesar dos avanços, uma parcela ainda pequena de executivos brasileiros domina bem o idioma. É o que mostra uma pesquisa da consultoria de recursos humanos Michael Page. Segundo o estudo, só 33% dos profissionais do Brasil consegue se comunicar com desenvoltura em inglês, um índice que nos coloca atrás do México, Argentina e Chile. O levantamento da Michael Page mostra que nesses países a fluência dos executivos é de 52%, 49%, 46%, respectivamente.
 
Para o consultor de RH Rogério Sepa, da DBM, a longo prazo essa limitação complica o avanço na carreira. Porém, enfrentar uma entrevista em outro idioma não é um bicho de sete cabeças. Um dos tabus dessa etapa do processo seletivo é a exigência do nível de inglês acima da real função do candidato. "Isso acontece em algumas empresas porque o contratante quer testar o profissional já pensando em um futuro plano de carreira", esclarece. Infelizmente, diz Sepa, muitos desistem da vaga, mesmo quando a avaliação não é eliminatória. "Não percebem que o teste serve como aferição do nível atual de inglês. Algo que pode ser otimizado posteriormente até com incentivo da própria companhia", explica o consultor.
 
Curso no exterior ajuda a se comunicar
 
Outros elementos prejudiciais são a timidez e a mania de perfeição dos executivos. Para Rogério, há candidatos preparados que congelam na conversação. "Existe timidez e um medo enorme de cometer erros". Segundo o consultor, um concorrente comunicativo, mas com nível inferior de inglês, tem a chance de levar vantagem nas entrevistas. "Ele mostrará que sabe se expressar de forma segura e eficiente", esclarece.
 
De acordo com Rogério, uma das melhores maneiras de tirar as travas é através de cursos no exterior. Ao se comunicar em inglês num ambiente descontraído, de forma leve e prazerosa, o estudante é capaz de amenizar a timidez e o perfeccionismo. "O executivo observa que seus colegas também têm limitações e ganhará mais autoconfiança nos próximos processos", completa.

Bem, uma outra maneira mais rápida de tirar as travas na conversação é preparando-se com aulas particulares ou em grupos.
Com apenas 6 horas de curso, é possível preparar-se para as perguntas mais feitas nas entrevistas de emprego em inglês.Algumas delas:
  • Tell me about yourself.
  • What type of position are you looking for?
  • Are you interested in a full-time or part-time position?
  • Can you tell me about your responsibilities at your last job?
  • What is your greatest strength?
  • What is your greatest weakness?
  • Why do you want to work for us?
  • When can you begin?
Lembrando que não basta saber responder corretamente às perguntas, mas também escolher boas e adequadas respostas.

Em minhas aulas, trabalho com um software simulador de perguntas onde há entrevistadores de diferentes nacionalidades e pronúncias em inglês para que o aluno possa treinar para o dia da entrevista oficial.
Há também como gravar a resposta com um cronômetro para melhor organização do tempo.

Simulado da entrevista em inglês


Curso:Inglês para entrevista de emprego
Duração: 6 horas
Local:Dank Languages
Avenida Paulista n. 2073 Conjunto Nacional Metrô Consolação
Dias:21/28 de janeiro e 4 de fevereiro das 10:00 às 12:00
Valor: 1xR$350,00 (já inclui material)



Reservas pelos telefones:
11 5087-8854
11 9310-9292 (coordenação)







terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Bloqueio ao falar inglês e Marilyn Monroe

Como já disse antes, sou mega fã de Marilyn Monroe e o que é mais interessante para mim, é o fato de ela ter sido uma pessoa com bloqueios emocionais tão intensos que prejudicavam sua performance.


Embora já famosa e com uma carreira sólida, Marilyn sofria muito com a pressão dos estúdios em vários aspectos: com sua pouca formação artística, com seus hábitos ruins e com sua insegurança exarcebada.
Era uma das únicas atrizes que levava Natasha Lytess, uma conceituada professora particular de artes dramáticas, aos estúdios de gravação para que a auxiliasse nas cenas, o que irritava profundamente seus diretores.
A jovem passou maus bocados na mão da mestra que fazia-lhe repetir gestos, treinar a voz e olhares. No final tudo deu certo: Natasha conseguiu fazer emergir de dentro da novata uma diva.


Marilyn e sua instrutora Natasha Lytess

"Devido ao bloqueio emocional, Marilyn se viu em maus lençóis enquanto gravava Quanto Mais Quente Melhor (Some Like It Hot, 1959). Sua personagem Sugar Kane, vocalista da banda de Sweet Sue (Joan Shawlee), precisava dizer: “It’s Sugar, me”, todavia, nervosa ela confundia direto a frase, geralmente “Sugar, it’s me” ou gaguejava. Depois de trinta tomadas, o diretor Billy Wilder estava furiosíssimo com a atriz. Levantou e escreveu em uma lousa a sentença correta. No fim, quarenta e sete tomadas depois, Marilyn disse a frase correta.
Marilyn: bloqueio e confusão

Mas o recorde de tomadas feitas por Marilyn no mesmo filme (Quanto Mais Quente Melhor) é de cinqüenta e nove vezes. Isto ocorre quando ela abre diversas gavetas e diz “Where’s the bourbon”. O quadro negro não resolveu desta vez. O diretor então utilizou outra estratégia, colocou dentro da gaveta exata a frase que precisava ser dita. Nervosa, Marilyn não acertava a gaveta. Furioso Billy Wilder colocou em cada gaveta um papel escrito “Where’s the Bourbon”. No fim tudo deu certo."
fonte:www.cinemaclassico.com

O mesmo acontece nas aulas de inglês.

O bloqueio emocional  faz o aluno, confundir, esquecer e errar um simples verb to be, mesmo estando no nível avançado.
É muito importante que o professor saiba diminuir essa barreira afetiva, oferecendo oportunidades para o aluno falar sem perceber que esteja sendo avaliado.
Uma dica de exercício para diminuir o filtro afetivo, é utilizar perguntas diversas e simples, apenas para que o aluno relaxe e raciocine.

Perguntas simples como:

What did you have for lunch?
Do you like dogs?
Do you prefer summer or winter?

Com certeza, essas perguntas parecem bem bobinhas para um aluno "não-básico".Contudo, para um aluno que apresenta bloqueios na aprendizagem essas perguntas representam uma oportunidade para ele falar de si mesmo e diminuir a ansiedade.

Para finalizar esse post, uma foto de um mimo que ganhei de minha aluna Sandra: um espelho com a Marilyn ilustrada.I couldn´t be happier!!!


Love you, Sandra!!!

E minha pequena coleção de Marilyns:

My Marilyn shrine...:)


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Filme Budapeste dá uma lição de como aprender um idioma

"Deveria ser proibido debochar de quem se aventura em língua estrangeira"-esse é um desabafo de Costa, personagem do filme/livro Budapeste de Chico Buarque.
Sou suspeita para falar de filmes nacionais porque eles me atraem de alguma maneira. São menos comerciais e tem um apelo mais realista.
Alguns amaram, outros odiaram a versão que foi para o cinema.




Quero destacar alguns pontos interessantes mostrados no filme sobre como aprender uma língua começando do zero em outro país.
Em uma cena, Costa conhece uma moça em uma livraria e essa o leva para uns passeio pelas ruas de Budapeste apontando várias coisas que apareciam no caminho. Ao apontá-las e pronunciá-las, eram marcadas as primeiras palavras aprendidas pelo personagem principal.
Em outra cena, há uma conversa entre os dois e ele tenta se comunicar em português e acaba censurado pela nova instrutora.
São cenas simples mas grandes exemplos de como assimilar um novo idioma.
Com o tempo, Costa passa a ser fluente e, por consequência, a ganhar autonomia em vários aspectos de sua vida.
Sugestão para o próximo fim de semana:alugar um dvd!
:)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Natural approach




Segundo Krashen e suas teorias, a aquisição de uma língua deve ocorrer em ambientes naturais ao do aprendiz.

Por exemplo: de nada adianta você saber um diálogo na ponta da língua em sala de aula e quando chegar na rua, ficar confuso por causa do barulho externo como ônibus passando, buzinas, etc.

Além disso, seguindo a linha de múltiplas inteligências, algumas pessoas aprendem fazendo.Por isso, algumas das minhas aulas são feitas fora de sala de aula:

Já fomos ao supermercado comparar preços,à C&A escolher o que vestir para uma festa, apreciar arte em uma galeria.




Desde que o inglês seja introduzido em atividades que o aluno faria normalmente na língua nativa, tudo torna-se mais significativo e de mais fácil compreensão.

Agora vai até ser mais legal pois como estou descobrindo São Paulo aos pouquinhos, vou compartilhar as novidades nas próximas atividades.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Qual o seu real nível de inglês?


Gostaria de chamar a atenção à um problema muito frequente entre alunos e professores particulares de inglês:entender o real nível que o aluno atingiu até o momento.

Esse é o ponto crucial para o aproveitamento do curso e, muitas vezes, o próprio aluno sugere retomar os estudos do início ou de níveis anteriores, o que é ótimo.

Bem, o problema começa exatamente quando o aluno não admite o seu real nível.Isso tudo porque ele/ela não quer perder o tempo e dinheiro que já investiu até então.

Ao procurar um professor particular, o mesmo já sentiu anteriormente dificuldades em seguir em uma escola. Então, porque insistir nos mesmos erros?

Um bom professor particular vai aplicar um teste de colocação e analisar bem suas dificuldades com o idioma (oral ou escrita). À partir disso,um curso será desenvolvido especialmente para você (é assim que eu trabalho com meus alunos).

Infelizmente, muitas pessoas não admitem suas dificuldades, e querem continuar do nível/livro em que pararam em uma escola ignorando o resultado obtido em seu último teste.

A relação de sinceridade entre aluno e professor é extremamente importante para vencer o medo de falar inglês pois, se o aluno insistir nos mesmos erros,algum dia irá encontrar um profissional(?) que irá aceitar trabalhar dessa maneira e transformar suas dificuldades em uma tremenda bola de neve.

Um alerta: cuidado com escolas que colocam alunos em níveis errados simplesmente porque era ó único horário que tinham para oferecer!Sempre peça para assistir uma ou duas aulas demonstrativas e perceba se a classe é homogênea em termos de nível.

Eu sempre digo:dinheiro a gente recupera..já o tempo...

segunda-feira, 8 de março de 2010

Princesa do Japão vítima de bullying na escola

http://diario.iol.pt/internacional/aiko-princesa-japao-bullying-tvi24/1144791-4073.html

Foi notícia essa semana.

Bullying

Há duas semanas atrás assisti ao filme Precisosa e nunca vi um filme que mostrasse  "bullying" tão bem. Em especial a cena em que a professora pede que Preciosa leia algo em um livro e a personagem sob essa pressão, tem alucinações da violência verbal sofrida.

Bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (definição do wikipedia) e é relacionado diretamente à dificuldade de aprendizagem pois a vítima perde sua auto-estima e confiança e não se desenvolve nos estudos, uma vez que o fato de errar no processo de aprendizagem se tornará uma grande barreira para o seu progresso.


Hoje esse é um assunto muito sério e levado às escolas para que os professores fiquem atentos ao comportamento dos alunos.No meu tempo isso era apenas um problema de disciplina corriqueiro e era tratado sem muita punição por parte da escola.

Eu sofri de bullying em casa e na escola , fato difícil de descrever pois não gosto nem de lembrar e, com certeza, foi o que me fez desistir de aprender muitas coisas, adiá-las ou levar mais tempo para aprendê-las do que o normal.

Mas o que é o normal? Quem estabeleceu que deve-se saber dirigir ao término de vinte aulas? Falar inglês em "x" horas?

Cada pessoa tem um ritmo diferente e uma maneira diferente de aprender e isso deve ser respeitado por todos: escola, família e sociedade.

Um psicólogo pode orientar melhor o que fazer no caso de bullying na família. Meu conselho é que tudo o que se faz, deve ser feito para agradar a si mesmo. Nunca aceite que te digam que você é limitado, que não "serve pra tal coisa".

Se você realmente quiser algo, lute até o fim.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Menina de Ouro

Mais um filme que nos remete às dificuldades de aprendizagem e a superação de nossos medos.
Aos 34 anos, a personagem de Hillary Swink decide finalmente realizar seu sonho de ser uma boxeadora.
No começo, ela enfrenta o preconceito do mau-humorado instrutor que, com o passar da história, acaba sendo cativado pelos esforços da empenhada aprendiz.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Empatia

Empatia entre aluno e professor não significa que o professor precise dar cambalhotas em sala de aula ou contar piadas...

O importante é que não haja barreiras entre as duas partes, que haja sinceridade e disposição de ambos: o aluno disposto a encarar o desafio de aprender algo novo e o instrutor maleável ao ritmo do aluno.

Destruindo as barreiras existentes, haverá menos tensão por parte do aluno, e esse estará mais seguro ao longo das aulas.

Isso é parte da teoria fundada por Stephen Krashen chamada Abordagem Natural (Natural Approach) a qual sou simpatizante do que diz respeito ao filtro afetivo (affective filter).

Enquanto esse filtro/muro não for diminuido, o aprendizado é quase impossível.


Meu exemplo: ao sentir-me desconfortável com o instrutor da auto-escola que não me dizia nem bom dia, eu ficava tão bloqueada que sentia-me até anestesiada. Simplesmente o nível de tensão era tão grande que toda aula era como começar do zero. Não havia progresso algum.
E o maior desafio era dar partida sem deixar o carro morrer...