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domingo, 7 de julho de 2013

Sim, os nativos também erram. E muito!


Sim, errar é humano e...por eles aprendemos!
Seja você aluno e/ou profissional do Inglês a autocritica é bastante vívida quando simplesmente "erramos". E... como nos cobramos; julgamo-nos "impotentes" ou simplesmente nos fechamos em nosso casulo impiedosamente acreditando que falar Inglês é "coisa pra gente chic e erudita".. e, tudo isto porque erramos o "arranjo" de uma pronúncia  ou não entendemos 100% do que nos foi dito ou trocamos o "th" pelo "f" ou nos equivocamos quando usamos "do" para as terceiras pessoas especiais do Inglês ("he", "she", "it") ao invés do "does".. E o que importa? Você acha que os americanos, ingleses ou qualquer nativo do Inglês tembém não erram??
A fim de continuar a motivá-los a seguir em frente com suas lições e desafios do Inglês tenho o prazer em repassar alguns erros comuns que o professor Denilson Lima observa em seu texto sobre "os erros mais comuns que os nativos (no caso, os americanos)cometem em redes sociais". Coisas que, sem querer, nós, falantes do português também  cometemos em nosso dia-a-dia com o português, não é verdade? Então, para que desacreditarmos? Afinal, "Herrar é umano"


1. you’re vs your
Por causa da pronúncia idêntica destas duas palavras é muito comum encontrarmos sentenças escritas assim:
  • You’re father wants to talk to you. [O correto é: Your father wants to talk to you.]
  • What about you’re sister? Is she coming with us? [O correto é: What about your sister?]
  • Your the best friend ever. [O correto é: You’re the best friend ever.]

2. a lot vs alot
Todo mundo sabe que o certo é “a lot” (muito, bastante):
  • I have a lot of money.
  • They talked a lot about this.
  • She cried a lot.
Muitos americanos escrevem “alot” nessas horas. É um erro simples, mas muita gente se irrita com eles. Afinal, “alot” não existe.

3. then vs than
Then” possui vários usos, mas de modo geral significa “depois”, “então”, “” ou “daí”. Já a palavra “than” significa “(do) que” e costuma aparecer em comparações. Veja,
  • She is taller than her sister. (Ela é mais alta que a irmã.)
  • I went to the bank, then I went to the market. (Fui ao banco e depois ao mercado.)
Super interessante, portanto...chega de tanta autocritica e vamos a luta!

Have a nice week!
Teacher Marcela

Fonte: http://www.inglesnapontadalingua.com.br/2012/05/erros-de-ingles-comumente-cometidos-por.html




segunda-feira, 1 de julho de 2013

MITOS DO INGLÊS: "TEM QUE MORAR FORA PARA SER FLUENTE"

Hi there!! 

Neste final de semana eu tive a oportunidade de conversar com alguns parentes meus  recentemente chegados dos Estados Unidos e da Australia... ao invés de encontrá-los mais "maduros" em seu English &;Conversation, acabei me surpreendendo com os resultados...
 
E quantas vezes não caímos neste mito? Ahhh "se você deseja falar inglês fluentemente você deve morar fora. Só morando nos Estados Unidos, na Inglaterra, Canadá ou em qualquer outro país de língua inglesa que seu inglês será realmente fluente." Será?




 
Bem, não foi bem isto o que aconteceu com alguns de meus parentes que resolveram passar alguns meses em New York e em Sidney. E, não raro, isto é um fato bastante corriqueiro em nossas observação. Quantas pessoas você já não ouviu falar  que voltaram do exterior  ainda mais "mudos" ou no máximo parafraseando ou "repetindo" palavras soltas  de tanto ouvirem os timbres da mesma, mas em realidade mal entendem o uso e significado das mesmas.

Experiemente dizer "How have you been"  ao invés de "How are you" e vejam a reação. Falar inglês fluentemente sem um estudo orientado fica muito difícil. E isto não é novidade. Cair em certos "mitos" como o de "morar fora para aprender a falar inglês fluentemente" é mais um deles
Como profissional do ensino da língua inglesa (e eterna aluna do Inglês) eu conheci muitas pessoas que nunca foram para os Estados Unidos e tem um ótimo inglês. Ceta vez confesso que fiquei chateada comigo mesma, pois mesmo morando nos Estados Unidos, trabalhando para um multinacional americana,  me atualizando com cursos e viagens "para o mundo" eu não tive o mesmo desempenho em um teste mecânico de interpretação espontânea que um colega obteve - detalhe que ele nunca saiu de São Paulo em toda sua vida! Veja só como são as coisas... 
É claro que não estou "menosprezando" a idéia de viajar e aprender um segundo idioma. Mas, é necessário frisar a ideia em "Aprender".



Vale muito a pena passar uma temporada em um país onde o inglês é falado. Entretanto, tal não é o bastante para ser fluente em inglês. Se desejamos ter  Inglês fluente não tem milagre: é necessário estudar, se envolver com a língua, dedicar-se à ela e muito mais. E isso você pode fazer morando aqui mesmo no Brasil. Cabe ao aprendiz deixar a preguiça de lado e dedicar tempo para utilizá-los em prol do seu aprendizado. No geral, tudo é uma questão de querer aprender a língua e para aprender basta fazer a sua parte: leia livros, escute entrevistas, assista a filmes e seriados, seja curioso, vá além, não se limite a avaliações de terceiros, ouse, tente, levante-se e continue... Quanto esta é nossa prioridade não é necessário dispender tanto dinheiro e procurar ajuda fora. Temos  inúmeros recursos para aprender Inglês, contudo de nada valem se continuarmos a terceirizar nossa parte: estudo e dedicação. 
You can fly higher!! 

Cheers 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

VIDEOGAME x INGLÊS, é possível conciliar?



Hi Folks!!
 
Hoje gostaria de dividir com vocês um assunto um tanto polêmico para pais, alunos, educadores e pesquisadores em geral. Trata-se do tópico “Aprender a falar Inglês jogando videogame”. Seria possível?  Inglês e a tecnologia dos jogos, será esta mais uma “receita  ideal” para definitivamente falarmos Inglês sem medo?


 Bem, falar “sem medo” até poderia concordar, tendo em vista a preferencia pessoal de jogar em casa ou pelo celular; afinal, o reconhecimento do território é sinal de segurança e conforto :D
Agora falar corretamente o inglês, contemplando 100% suas habilidades e subabilidades linguísticas de writing, reading, speaking e listening, eu  não conferiria  de forma unânime, partindo do pressuposto de que  cada um tem a sua maneira e ritmos específicos para aprender, sentir e encarar de forma mais segura  o mundo “real” (e por que não até “virtual” frente aos inimigos que testam nossa habilidades em níveis variados?) existem muitas reservas. Contudo,  eu ousaria a dizer que pode ser sim possível. É importante salientarmos que neste blog nós não temos nenhum interesse em julgar subjetiva e pejorativamente o uso de jogos no artefato ensino-aprendizagem sob justificativas da ética e moral.  Fica aberto  o espaço para os comentários para aqueles que assim desejam relatar sua experiência, manifestando seus pontos de vista. Sempre nos é enriquecedor!
De fato  nos é bastante interessante observar que os videogames podem sim auxiliar no aprendizado de uma segunda lingua deste que o uso dos conteúdos se façam de maneira adequada, atentando aos aspectos culturais, técnicos  e pedagogicos do mesmo. O aspecto lúdico na educação cria possibilidades infinitas de aprendizado, oxigenando métodos, e recriando aquilo que habitualmente estamos “acostumados” a receber sem interagir na sala de aula ou mesmo ao lado de professores e educadores ainda entricheirados no modelo clássico iluminista onde os professores ditam informações e os alunos as memorizam.
Apesar de já não estar à flor da pele a minha antiga “tara” pelos videogames (sou da Era Nitendo), eu não nego o quanto meu esforço em decodificar as instruções por escrito de cada fase do jogo Super Mario Bros, me ajudou a vencer “certos desafios” ainda mais complicados quando ganhei meu primeiro PC e elaborei, sozinha, meu primeiro endereço eletrônico, conectando –me ao mundo, inclusive à onda antigo ICQ! Uma conquista. A vontade em decodificar cada um daqueles sinais escritos que se passava nos jogos mais tarde me estimulou a comprar meu primeiro  dicionário  bilingue Inglês-Português, e , autodidaticamente, comecei a ler e a prestar mais atenção nas letras de músicas em inglês. Todavia,  eu não posso considerar que foi através dos jogos, por eles mesmos, que consegui temporariamente  conquistar 100% de minha proficiência no idioma. Para mim, a tríade escola-professor-livro  como também os cursos mais personalizados foram de grande valia para meu aprendizado de forma a substancializar minha habilidade no mesmo. Atualmente quando observo alguns de meus alunos jogando, por exemplo o jogo  Injustice – the Gods among us – XBOX, eu me sinto feliz (sim feliz pois eu me sentia satisfeita ao conseguir entender o que os personagens me solicitavam)  em decodificar no olhar deles a imensa vontade em entender a história contada de cada um dos personagens da trama Injustice, e assim, conseguirmos juntos  explorar o lado construtivo-pedagogico destas fontes, reunindo as ferramentas necessárias para a exploração de um foco: o aprendizado do Inglês e não a mera competição e/ou “aquisição mecânica” de um segundo ou terceiro idioma.   Se esta certo ou não, é difícil utilizar a melhor “taxonomia” para tal, pois tudo há um lado politico e ideológico. Trabalhar a fonte como foco  voltado para o processo de entendimento, codificação/decodificação do estudo de um idioma parece bastante positivo. Entendo que as fontes “de” e “para” o estudo são vastas; a maneira como fazemos o uso das mesmas eis a sabedoria para resultados mais definitivos.  



 
E o  que vocês acham?
 É possivel o videogame ser mais um aliado para o  aprendizado do Inglês?

A entevista abaixo é bastante curiosa! E admito sempre foi bem vinda em minhas aulas :D  
A Dank Languages caminha ao lado de metodologias inovadoras por ter seu aluno como principal referencia em seus resultados de pesquisas. Portanto negar o que o mundo nos oferece seria negar o aprendizado efetivo, furtando o direito de nossos alunos em aprender Inglês com base na inovando de técnicas.
Confiram  a entrevista :

  






terça-feira, 19 de junho de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 22


Use um cronômetro.


Tenha um tempo limite para falar sobre um tópico.
Esse cronômetro pode te ajudar a controlar o tempo de cada tópico.
Comece com 1 minuto e vá reduzindo para 45 segundos e depois 30 falando sobre o mesmo tópico.
Isso te ajudará a organizar idéias e compor de maneira dinâmica os seus speeches, além de treiná-lo para o teste do TOEFL.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 21

Concentre-se na comunicação

Não importa se suas frases estão perfeitas.O importante é passar sua mensagem.
Acredite: para alguém impaciente, não fará diferença se a gramática está correta, mas sim, saber o que você quer dizer.


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 20

Escute

Ouvir te dará modelos de diálogos que te farão reproduzí-los, que por fim, se
transformarão em uma conversa fluente.

Ouça músicas ou diálogos em um filme.

Aqui está um site para treinar o seu listening:

www.esl-lab.com

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 19

Dê um feedback

É importante que o seu professor saiba se você está gostando das atividades escolhidas e do curso em geral.
Professor e aluno devem trabalhar em conjunto para um melhor resultado .
De tempos em tempos, relate o que você acha deu mais efeito, o que gostaria de ter mais ênfase e seus objetivos futuros com o curso.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 17

Leia

Leia o que você tem mais interesse.Não forço meus alunos a lerem sobre algo que não
seja do interesse deles. A internet tem tanta informação que é injusto forçar alguém a ler algo que
não goste.Se você gosta de moda, por exemplo, leia algo sobre isso e ganhe vocabulário novo de
maneira gostosa.Acho que eu tenho trauma daqueles livros sobre Sherlock Holmes que eu lia
quando adolescente na escola de línguas que eu estudava. Nada contra o livro, mas eu tinha
outros interesses aos 13 anos.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 16

Não procure soluções milagrosas

Assim como em outras áreas, sempre existirão aquelas maneiras que parecem mais fáceis ou milagrosas de venderem algo que provavelmente não funcionará. Aprender alguma coisa depende muito do seu estilo de estudo, de quantas horas poderá se dedicar ao treino e por fim, da sequencia que você dará aos seus estudos.
Confesso que eu mesma já comprei aqueles chás milagrosos para emagrecer...rs...
Quanto perdi?Alguns reais!!


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 15

Não se culpe

As pessoas tem dificuldades em várias áreas. A sua dificuldade é falar um idioma.
Independente do motivo que isso acontece, não se desmotive ou sinta-se incapaz de aprender.
Estar estudando é um passo para vencer esse obstáculo e deve ser sempre valorizado.



segunda-feira, 26 de março de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 14

Tenha sequência

Siga um livro, um curso, tenha objetivos.

Alguns alunos querem abraçar o mundo: começam o básico, depois querem aprender algo para viagem, depois precisam fazer uma apresentação no trabalho e transformam o curso em uma verdadeira salada e não chegam a lugar algum.resumindo:perda de tempo e de dinheiro.Isso também vale para os professores que preferem não adotar um livro e acabam perdendo o fio da meada depois de um tempo de curso.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 13

Tenha frequência

As faltas são as maiores vilãs do bloqueio. O constrangimento do aluno em ter esquecido o que foi dado na última aula por conta das faltas, acarretará em um misto de dificuldade, dúvida , vergonha e, por fim, desmotivação.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 12

Repita palavras e frases em voz alta- Está sozinho em casa ou no carro? Fale, fale, fale.

Desabafe, conte, solte-se, repita aquelas palavras mais difíceis. Novamente, treine esse músculo
que é a sua língua e acostume-se com aqueles sons que só existe em inglês como:the.

Que tal um  desses tongue twisters?

Around the rugged rocks the ragged rascals ran.

Long legged ladies last longer.

Mixed biscuits, mixed biscuits.

A box of biscuits, a box of mixed biscuits and a biscuit mixer!

Peter Piper picked a peck of pickled pepper.
Did Peter Piper pick a peck of pickled pepper?
If Peter Piper picked a peck of pickled pepper,
Where's the peck of pickled pepper Peter Piper picked?

Pink lorry, yellow lorry.

Red leather, yellow leather, red leather, yellow leather.

She sells sea-shells on the sea-shore.

Depois passe aqui e conte-me qual você conseguiu falar..rs!

Teacher Joe can help you:

segunda-feira, 5 de março de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 11

Evite sons enquanto as palavras não vem

Nada de hmmmmm, hãããã...

Use connectors como:

Well, as I was saying ou a minha favorita: So...

Assista o vídeo abaixo para mais sugestões de connectors:

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 10

Ganhe vocabulário

Quando uma palavra não vir à cabeça, use outra no lugar imediatamente para evitar aquele vácuo entre as frases. Um milésimo de segundo de silêncio para um aluno que tem medo ou vergonha de falar inglês, pode ser uma eternidade e quebrar toda a harmonia e fluidez da conversação.Quanto mais vocábulário, mais fluência.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 9

Decore algumas expressões

Se em português alguém te falar:

-Ganhei na loteria!

Sua resposta pode ser :"Nossa!" ou "Que sorte!" ou ainda "Não esqueça de mim...rs"!

Essas respostas devem sair naturalmente. Que tal decorar algumas em inglês para parecer tão natural quanto?

Guarde algumas expressões como:"Really?" ou "That's interesting!" ou "How come?". Elas serão
como cartas na manga e evitarão aquele "branco" nessas situações.

Aqui vão algumas:

CONVENCIONALIDADES
EXPRESSIONS OF POLITENESS AND GETTING ACQUAINTED (38)

Prazer em conhecê-lo. - Nice to meet you. / I'm glad to know you. / It's a pleasure to know you. /
How do you do.
O prazer é meu. - Nice to meet you too.
Como vai? - How are you? / How are you doing? / How is it going?
Oi, tudo bom? - Hi, how's it going?
E aí, como é que é? - Hey, what's up? (informal greeting)
Há quanto tempo! - It's been a long time.
Quantos anos você tem? - How old are you?
Você tem irmãos? - Do you have any brothers and sisters?
De nada. / Não há de quê. / Disponha. / Tudo bem. / Que é isso! / Capaz! / Imagina! - You're
welcome. / That's OK. / Not at all. / Don't mention it. / It's my pleasure.
Thank you ... - Thank you. - Obrigado ... Eu que agradeço. / Obrigado ... Obrigado a você.
Igualmente. - The same to you. / You too.
Com licença. / Dá licença. - Excuse me.
Como? / O que? (quando não se entende o que o interlocutor disse) - Excuse me? / Pardon? /
Beg your pardon? / What? (less polite)
Eu já volto. - I'll be right back.
Até logo. / Até amanhã. - I'll (I will) see you later (tomorrow). / See you.
Como é que foi o fim de semana? - How did you spend the weekend? / How was your weekend?
Pelo jeito, vai chover. / Parece que vai chover. - It looks like it's going to rain. / It looks like rain.
Será que vai chover neste fim de semana? - I wonder if it's going to rain this weekend.
Tomara que não chova. - I hope it doesn't rain.
Faça-os entrar. - Show them in.
Fique à vontade. / Esteja à vontade. / Faça de conta que está em casa. / Esteja a gosto. - Make
yourself at home. / Make yourself comfortable.
Sirva-se. - Help yourself. / Be my guest. / Go ahead. (informal)
Você está se divertindo? - Are you having a good time? / Are you enjoying yourself? / Are you
having fun?
O que você achou da festa? - How did you like the party? / What did you think of the party?
Não, obrigado; estou satisfeito. / Estou servido. - No, thanks. I'm full. / I've had enough.
Saúde! (Quando alguém espirra) - God bless you. / Bless you.
Saúde! (Brinde) - Cheers!
Pois não? (Que deseja?) - Yes, may I help you? / Can I help you? / What can I do for you? / What
can I get for you?
Pois não! - Sure! / Of course! (acceding to a request).
Você é que resolve. / Você que sabe. - It's up to you.
Por mim, tudo bem. - It's OK with me.
Vamos dar uma volta? - Let's go for a walk. / Let's take a walk. / Do you want to go for a walk? /
Let's go for a drive. / Would you like to go for a drive?
Qualquer um; tanto faz. - Either one. / Whatever. / It doesn't matter. / It doesn't make any
difference. / It makes no difference.
Pode deixar comigo - I'll take care of it. / Leave it to me.
Me avisa se mudares de idéia. - Let me know if you change your mind.
Lembranças. / Abraços. - Regards. / Give my best.
Vamos manter contato. - Let's keep in touch.
Passe bem. - Have a nice day.
Boa viagem! - Have a nice trip!

CONSOLANDO E TENTANDO AJUDAR
COMFORTING AND TRYING TO HELP (16)

Você está bem? / Tudo bem contigo? - Are you OK?
Vai ficar tudo bem. / Vai dar tudo certo. - It'll be OK. / It'll be all right.
Deu certo. / Não deu certo. - It worked. / It didn't work.
Desabafa. - Get it off your chest.
Veja o lado bom das coisas. - Look on the bright side.
Não se preocupe. / Deixa prá lá. / Não importa. - Don't worry. / Never mind.
Não deixe isso te afetar - Don't let it get to you.
Te acalma. / Vai com calma. - Take it easy.
Falta pouco. - It won't be long.
Felizmente não aconteceu nada. - Fortunately nothing happened.
Ainda bem que ... / Graças a Deus … - Thank God … / Good thing … / I'm glad …
Não foi tua culpa. - It was not your fault.
Pode contar comigo. - You can count on me. / You can lean on me.
Estarei sempre a teu lado. - I'll always be there for you.
Coitado. / Coitadinho. - Poor thing.
Meus pêsames. - My sympathy.

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APROVANDO, FELICITANDO, ELOGIANDO OU CELEBRANDO
APPROVING, PRAISING, CONGRATULATING AND CELEBRATING (12)

Isso mesmo. / Exatamente. / Com certeza. - Exactly. / Absolutely.
Ótimo! - Great!
Boa idéia! / É uma boa. - Good idea! / Sounds good.
Tô nessa! - Count me in!
Bem lembrado. - Good thinking.
Meus parabéns pelo seu aniversário. / Meus cumprimentos pelo ... - Congratulations on your
birthday.
Gostei do teu vestido. - I really like your dress.
Você está bonita(o). - You look good! / You look great!
Consegui! - I got it! / I got it right! / I did it!
São e salvo! - Safe and sound!
Bom trabalho! - Good job!
Ele está se saindo bem. - He's doing all right.

Fonte:http://www.sk.com.br/sk-idiom.html

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 8

Desenvolva assuntos

Prepare algo mesmo que mentalmente para conversar em sala de aula.
Você verá que a preparação fará com que você estruture melhor o seu diálogo.Às vezes,mesmo
em português, somos pegos de surpresa e temos um "branco" na hora de falar. Imagine em
inglês! Se você já sabe qual  situação enfrentará (um estrangeiro na empresa, falar sobre um final
de semana na aula), preparando-se para ela (sem decoreba,é claro).

A ansiedade diminuirá e, por consequência, você se sentirá mais solto para falar em inglês.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 7

Grave sua voz

Falar inglês é como um exercício físico.Do mesmo jeito que treinamos os músculos na academia, também devemos treinar nossa língua. Fale,fale,fale!

Acostume-se a pronunciar novos sons e escutar a si mesmo.É bom,divertido e importante para que você ganhe confiança.Aí vale usar o gravador de som do Windows, mensagem de vídeo do msn ou o site
http://vocaroo.com/

Ficarei feliz em receber uma mensagem sua por aqui!
Meu aluno Luciano gravando um diálogo.