Esse blog é para falar sobre bloqueios na aprendizagem focando principalmente o ensino de idiomas.
Também falo sobre minhas próprias experiências quando venci o medo de dirigir.
Comparando as experiências, podemos trocar dicas de como vencer o medo de aprender algo novo.
Em entrevista à TV americana, top brasileira contou como lidou com a barreira da língua quando chegou em Nova York, nos anos 1990, para ser modelo
Gisele Bündchen durante o programa americano Late Night with Jimmy Fallon (Lloyd Bishop/NBC/NBCU Photo Bank)
Se para muitos brasileiros estudar inglês pode ser um martírio, a modelo Gisele Bündchen encontrou uma maneira aprazível -- ao menos para ela -- de assimilar a língua. Em entrevista ao programa de TV americano Late Night with Jimmy Fallon, nesta segunda-feira, a top model contou que aprendeu a falar inglês graças à cantora Mariah Carey e também à banda de R&B Boyz II Men.
“Minhas incríveis fitas cassetes com Boyz II Men e Mariah Carey salvaram minha vida”, disse a brasileira sobre o período em que se mudou para Nova York, no início da carreira de modelo, nos anos 1990, quando só falava português e espanhol. “Eles foram ótimos professores, devo agradecê-los algum dia, se os conhecer pessoalmente.” Se Gisele fazia karaokê e cantava como a Solange do Big Brother Brasil -- aquela que transformou a música "We are the world" em "Iar-nuou" -- não se sabe, mas hoje ela domina a língua.
Casada com o jogador de futebol americano Tom Brady, a brasileira disse que, em casa, só fala em português com o filho mais velho, Benjamin, 4. “Tom diz que só fala duas línguas: futebol e inglês. Então, às vezes digo para meu filho em português, 'Papai, não sabe nada'. E ele fica tentando traduzir: 'Eu sei o que significa isso. Você está dizendo que eu não sei nada!’”, conta Gisele, imitando o marido. “Então, eu digo para ele: você tem que aprender português se quer viver nesta casa.”
O mercado de trabalho precisa de profissionais
determinados e bem qualificados (mais do que nunca determinados em seus
propositos). A busca por melhores oportunidades na carreira exige habilidades que
se sobressaem ao extrato do comum. E o Inglês mais uma vez é ferramenta
precisa. Não há nada mais satisfatório que conseguir se sobressair a uma
entrevista de trabalho em Inglês muito bem e/ou conseguir atender com sucesso
as tarefas mais rotineiras de um escritório, como conseguir atender com
naturalidade e precisão a um telefonema do estrangeiro. Para tal, falar
Inglês não deve parecer mais um risco e sim uma chance preciosa para seu plano
de ação.
Não perca mais tempo e comece a
pensar em prioridades que trarão sucesso para sua vida pessoal e profissional.
Falar Inglês
Confira a entrevista trazida pelo Jornal Hoje,
rede Globo - O Mercado de trabalho e a importância doInglês: http://www.youtube.com/watch?v=1pHMr_0VNiw
Medo de falar Inglês? O que você esperando para párar de ouvir a voz do perfeccionismo e se dar uma chance renovadora?
Sinta-se feliz com as pequenas coisas, não se diminua com os resultados que não foram àqueles expectados por você. Todo e qualquer sucesso é construido com esforço, disciplina e força de vontade. A ocasião é agora, não deixe para depois...Não tem de esperar pelas consições perfeitas, nada é perfeito.. e sim tudo esta ao nosso alcance desde que queiramos. Não fique à espere da "ocasião perfeita" - FAÇA ACONTECER!
E acima de tudo: ENFRENTE SEUS MEDOS! Não temos nenhuma identidade com medo. Medo é uma ilusão criada pelos nosso sentidos menos disciplinados.
Seja você e encontr-se em sua plenitude. Quando você se compara automaticamente você acabada se desvalorizando por ver apenas a "aparência" de sucesso do outro. Nada de enganos ou "auto-sabotagem"! Vença-se conhecendo a tua força e siga!
ASSUMA-SE, CORRA ATRÁS, FAÇA ACONTECER, SEM PERFECIONSIMOS, MELINDRES, MEDO, VERGONHA.... Você nao precisa desta roupagem! Falar Inglês com motivação é a metodologia que ensina que cada passo é um sucesso!
Portanto:
Desista das velhas metodologias de ensino baseadas na imposição ou nas falsas "promessas"... escolha profissionais de "gabarito" não apenas academico mas HUMANO! Venha nos conhecer e sinta-se a cada passo amparado em seu aprendizado..Lembre-se: a dificuldade que você pode ser a mesma de milhões de outras pessoas. Esqueça de tudo aquilo que possa te "empurrar" para baixo.
Neste final de semana eu tive a oportunidade de conversar com alguns parentes meus recentemente chegados dos Estados Unidos e da Australia... ao invés de encontrá-los mais "maduros" em seu English &;Conversation, acabei me surpreendendo com os resultados...
E quantas vezes não caímos neste mito? Ahhh "se você deseja falar inglês fluentemente você deve morar fora. Só morando nos Estados Unidos, na Inglaterra, Canadá ou em qualquer outro país de língua inglesa que seu inglês será realmente fluente." Será?
Bem, não foi bem isto o que aconteceu com alguns de meus parentes que resolveram passar alguns meses em New York e em Sidney. E, não raro, isto é um fato bastante corriqueiro em nossas observação. Quantas pessoas você já não ouviu falar que voltaram do exterior ainda mais "mudos" ou no máximo parafraseando ou "repetindo" palavras soltas de tanto ouvirem os timbres da mesma, mas em realidade mal entendem o uso e significado das mesmas.
Experiemente dizer "How have you been" ao invés de "How are you" e vejam a reação. Falar inglês fluentemente sem um estudo orientado fica muito difícil. E isto não é novidade. Cair em certos "mitos" como o de "morar fora para aprender a falar inglês fluentemente" é mais um deles.
Como profissional do ensino da língua inglesa (e eterna aluna do Inglês) eu conheci muitas pessoas que nunca foram para os Estados Unidos e tem um ótimo inglês. Ceta vez confesso que fiquei chateada comigo mesma, pois mesmo morando nos Estados Unidos, trabalhando para um multinacional americana, me atualizando com cursos e viagens "para o mundo" eu não tive o mesmo desempenho em um teste mecânico de interpretação espontânea que um colega obteve - detalhe que ele nunca saiu de São Paulo em toda sua vida! Veja só como são as coisas...
É claro que não estou "menosprezando" a idéia de viajar e aprender um segundo idioma. Mas, é necessário frisar a ideia em "Aprender".
Vale muito a pena passar uma temporada em um país onde o inglês
é falado. Entretanto, tal não é o bastante para ser fluente em
inglês. Se desejamos ter Inglês fluente não tem milagre: é necessário estudar, se envolver com a
língua, dedicar-se à ela e muito mais. E isso você pode fazer morando aqui mesmo
no Brasil. Cabe ao aprendiz
deixar a preguiça de lado e dedicar tempo para utilizá-los em prol do
seu aprendizado. No geral, tudo é uma questão de querer aprender a língua e para
aprender basta fazer a sua parte: leia livros, escute entrevistas,
assista a filmes e seriados, seja curioso, vá além, não se limite a avaliações de terceiros, ouse, tente, levante-se e continue... Quanto esta é nossa prioridade não é necessário dispender tanto dinheiro e procurar ajuda fora. Temos inúmeros recursos para aprender Inglês, contudo de nada valem se continuarmos a terceirizar nossa parte: estudo e dedicação.
Hoje gostaria de dividir com
vocês um assunto um tanto polêmico para pais, alunos, educadores e pesquisadores
em geral. Trata-se do tópico “Aprender a
falar Inglês jogando videogame”. Seria possível? Inglês e a tecnologia dos jogos, será esta mais
uma “receita ideal” para definitivamente
falarmos Inglês sem medo?
Bem, falar “sem medo” até poderia concordar, tendo em
vista a preferencia pessoal de jogar em casa ou pelo celular; afinal, o
reconhecimento do território é sinal de segurança e conforto :D
Agora falar corretamente o inglês,
contemplando 100% suas habilidades e subabilidades linguísticas de writing,
reading, speaking e listening, eu não
confeririade forma unânime, partindo do
pressuposto de que cada um tem a sua
maneira e ritmos específicos para aprender, sentir e encarar de forma mais
segura o mundo “real” (e por que não até
“virtual” frente aos inimigos que testam nossa habilidades em níveis variados?)
existem muitas reservas. Contudo, eu
ousaria a dizer que pode ser sim possível. É importante salientarmos que neste
blog nós não temos nenhum interesse em julgar subjetiva e pejorativamente o uso
de jogos no artefato ensino-aprendizagem sob justificativas da ética e moral. Fica aberto o espaço para os comentários para aqueles que
assim desejam relatar sua experiência, manifestando seus pontos de vista.
Sempre nos é enriquecedor!
De fato nos é bastante interessante observar que os
videogames podem sim auxiliar no aprendizado de uma segunda lingua deste que o
uso dos conteúdos se façam de maneira adequada, atentando aos aspectos culturais,
técnicos e pedagogicos do mesmo. O
aspecto lúdico na educação cria possibilidades infinitas de aprendizado,
oxigenando métodos, e recriando aquilo que habitualmente estamos “acostumados” a
receber sem interagir na sala de aula ou mesmo ao lado de professores e educadores
ainda entricheirados no modelo clássico iluminista onde os professores ditam
informações e os alunos as memorizam.
Apesar de já não estar à flor da
pele a minha antiga “tara” pelos videogames (sou da Era Nitendo), eu não nego o
quanto meu esforço em decodificar as instruções por escrito de cada fase do
jogo Super Mario Bros, me ajudou a
vencer “certos desafios” ainda mais complicados quando ganhei meu primeiro PC e
elaborei, sozinha, meu primeiro endereço eletrônico, conectando –me ao mundo,
inclusive à onda antigo ICQ! Uma conquista. A vontade em decodificar cada um
daqueles sinais escritos que se passava nos jogos mais tarde me estimulou a
comprar meu primeirodicionário bilingue Inglês-Português, e , autodidaticamente,
comecei a ler e a prestar mais atenção nas letras de músicas em inglês. Todavia, eu não posso considerar que foi através dos
jogos, por eles mesmos, que consegui temporariamente conquistar 100% de minha proficiência no
idioma. Para mim, a tríade escola-professor-livro como também os cursos mais personalizados
foram de grande valia para meu aprendizado de forma a substancializar minha
habilidade no mesmo. Atualmente quando observo alguns de meus alunos jogando,
por exemplo o jogo Injustice – the Gods among us – XBOX, eu me sinto feliz (sim feliz
pois eu me sentia satisfeita ao conseguir entender o que os personagens me solicitavam)
em decodificar no olhar deles a imensa vontade
em entender a história contada de cada um dos personagens da trama Injustice, e
assim, conseguirmos juntosexplorar o
lado construtivo-pedagogico destas fontes, reunindo as ferramentas necessárias
para a exploração de um foco: o aprendizado do Inglês e não a mera competição
e/ou “aquisição mecânica” de um segundo ou terceiro idioma. Se esta
certo ou não, é difícil utilizar a melhor “taxonomia” para tal, pois tudo há um
lado politico e ideológico. Trabalhar a fonte como foco voltado para o processo de entendimento,
codificação/decodificação do estudo de um idioma parece bastante positivo. Entendo
que as fontes “de” e “para” o estudo são vastas; a maneira como fazemos o uso
das mesmas eis a sabedoria para resultados mais definitivos.
E o que vocês acham? É possivel o videogame ser
mais um aliado para o aprendizado do
Inglês?
A entevista abaixo é bastante
curiosa! E admito sempre foi bem vinda em minhas aulas :D
A Dank Languages caminha ao lado
de metodologias inovadoras por ter seu aluno como principal referencia em seus
resultados de pesquisas. Portanto negar o que o mundo nos oferece seria negar o
aprendizado efetivo, furtando o direito de nossos alunos em aprender Inglês com
base na inovando de técnicas.
Nem tenho palavras para agradecer o tempinho que todos vocês
dispõem para lerem algumas notas em nosso blog. Sejam muito bem-vindos!!
Não é de hoje que ouvimos de alunos e interessados em geral
a descrença quase que "total" no aprendizado de segundo idioma,
especialmente o Inglês. Masss... necessariamente o Inglês? Sim, ele
mesmo, o conhecido, mas, muito mal ensinado e praticado pelos falantes
brasileiros... o Inglês de importância veemente no mercado de trabalho, no
lazer e dia-a-dia dos nossos cidadãos. Não vamos aqui discursar sobre as
"crônicas de ensino" e as infindáveis ideologias e axiomas meramente teóricos,
Antes, gostaríamos de dividir algumas experiências das quais esperamos ser de
grande valia para você, e para seu planejamento em adotar o estudo de um
segundo idioma de forma definitiva.
Definitiva porque todos os dias, presenciamos inúmeras desistências de alunos
por uma razão de denominador bastante comum: a falta de motivação. Sabemos
praticamente de cor, de todo um arsenal enciclopédico que a ciência pedagógica
sugere para cada equipe de professores e coordenadores, e, até então, não
encontramos um modelo absolutamente ideal de aprendizado senão àqueles que
tangenciam uma linha de aproximação entre método e as reais necessidades do
aluno, focando substantivamente na particularidade
e excentricidade de sujeito singular. Uma ideia que substancializa a personificação
de método as necessidades e, por que não às expectativas do sujeito singular. Parece
bastante complicado, e, realmente o é na pratica de sua concreção. Não vamos
aqui desnudar a solução pedagógico- metodológica que também é um fator da desistência
de alunos; gostaríamos de focar com um pouco
mais de cuidado o que esta acontecendo
com os alunos em sua individualidade no momento que decidem estudar Inglês. Em, outras
palavras, o que acontece com você: Por que você continua acreditando que não
conseguem falar inglês?
Sim, é fato que estudar exige muita dedicação, paciência e sacrifício.
Também não descartamos a idéia de que a monotonia da sala de aula, os mesmos
esquemas de participação entre alunos e professores, a famosa meia hora de laboratório
e os quinze minutos de correção de homework; os livros didáticos que só mudam
de "cara" e continuam dizendo "Nice
to meet you" em diferentes tempos verbais... tudo isto é fatídico, não
há discussão, realmente é desestimulador. Entretanto, voltemos a sua proposição de começar (ou voltar) a estudar
Inglês. O que se passa dentro de você? O que acontece com você quando encontra
uma escola renovadora, professores dinâmicos,
livros didáticos super atualizados? Uma grande surpresa?! Sim... Não deixa de
ser muito bom, contudo, não é suficiente. Por que depois de tantas "idas e
vindas" você ainda continua a desistir
de estudar inglês. Será porque você se auto convenceu? Opa... eis aí um
excelente começo para mudança de atitudes! Você sabia que quando começamos a nos
familiarizar demais (mesmo que por simples deslize) qualquer tipo de idéia a
nosso respeito, irrevogavelmete criamos uma força de atração poderosa e, o resultado é bastante autoexplicativo:
nós passamos a acreditar nela(s). Portanto tome cuidado! Observe que você tem
muito poder sobre as qualquer coisa que está a sua volta. Consciente disso,
acredite! Estudar inglês é de fato para você, mais uma conquista.
Algumas dicas para você perder o medo de falar inglês e ganhar mais autoconfiança:
Deixe de lado
os maneirismos. Para de se importar com
resultados de testes de proficiência.
Nós nos cobramos demais e, pouco internalizamos a experiência do erro. Deixe
da autopunição... se você já viajou para os Estados Unidos e uma recepcionista
do hotel ficou impaciente com você..aprenda com esta experiência sem se importar
tanto com os juízos alheios.
Observe o
quanto você se esforçou e se esforça para dar o seu melhor. Reconheça de uma
vez por todas que é errando que você aprende, é reconhecendo melhor os seus
erros que melhor saberá descortinar os caminhos para o sucesso. Permitir–se aos
“teorismos pedagógicos”, ao feedback pseudo-professional, aos prazos e metas de proficiência
é continuar perdendo seu tempo sem sucesso algum.
Seja objetivo consigo mesmo quanto a sua
capacidade intrínseca e poderosa de estudar e praticar inglês ou qualquer
idioma sem autocobrança ou autopunição. Sinta-se sempre motivado mesmo ao cometer
erros ou ouvir de amigos, chefes, colegas e/ou parentes que você não consegue...
Acredite em você mesmo, em cada mínimo esforço, pois nem mesmo o nativo detém o
conhecimento total de sua língua mãe. Temos certeza de que quando você começou a pronunciar as
primeiras palavras do Português, sua mãe parabenizou seu esforço! E é isto que
queremos para você! Gostaríamos que formulassem seu planejamento com consciência
correta de si mesmo, de sua capacidade em falar e exercitar o inglês independente
de qualquer resultado de teste teórico.
Dê-se todos os dias a honra em atingir
suas metas com cautela e doação do melhor de si! Esta é magia para caminharmos
em frente. Não adianta só mudar de método,
de professor, de livros aleatoriamente sem primeiro mudar algumas coisinhas que
só dependem de você. Já parou para pensar nisto? Confie em sua força interior e
faça a diferença...