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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

'Iar-nuou'? Gisele diz que aprendeu inglês ouvindo Mariah Carey

Em entrevista à TV americana, top brasileira contou como lidou com a barreira da língua quando chegou em Nova York, nos anos 1990, para ser modelo

Gisele Bündchen durante o programa americano Late Night with Jimmy Fallon
Gisele Bündchen durante o programa americano Late Night with Jimmy Fallon (Lloyd Bishop/NBC/NBCU Photo Bank)

Se para muitos brasileiros estudar inglês pode ser um martírio, a modelo Gisele Bündchen encontrou uma maneira aprazível -- ao menos para ela -- de assimilar a língua. Em entrevista ao programa de TV americano Late Night with Jimmy Fallon, nesta segunda-feira, a top model contou que aprendeu a falar inglês graças à cantora Mariah Carey e também à banda de R&B Boyz II Men.
“Minhas incríveis fitas cassetes com Boyz II Men e Mariah Carey salvaram minha vida”, disse a brasileira sobre o período em que se mudou para Nova York, no início da carreira de modelo, nos anos 1990, quando só falava português e espanhol. “Eles foram ótimos professores, devo agradecê-los algum dia, se os conhecer pessoalmente.” Se Gisele fazia karaokê e cantava como a Solange do Big Brother Brasil -- aquela que transformou a música "We are the world" em "Iar-nuou" -- não se sabe, mas hoje ela domina a língua.

Casada com o jogador de futebol americano Tom Brady, a brasileira disse que, em casa, só fala em português com o filho mais velho, Benjamin, 4. “Tom diz que só fala duas línguas: futebol e inglês. Então, às vezes digo para meu filho em português, 'Papai, não sabe nada'. E ele fica tentando traduzir: 'Eu sei o que significa isso. Você está dizendo que eu não sei nada!’”, conta Gisele, imitando o marido. “Então, eu digo para ele: você tem que aprender português se quer viver nesta casa.”

fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/gisele-bundchen-diz-que-aprendeu-ingles-ouvindo-mariah-carey

domingo, 11 de agosto de 2013

Inglês e o Mercado de trabalho


Hello there!

O mercado de trabalho precisa de profissionais determinados e bem qualificados (mais do que nunca determinados em seus propositos). A busca por melhores oportunidades na carreira exige habilidades que se sobressaem ao extrato do comum.  E o Inglês mais uma vez é ferramenta precisa. Não há nada mais satisfatório que conseguir se sobressair a uma entrevista de trabalho em Inglês muito bem e/ou conseguir atender com sucesso as tarefas mais rotineiras de um escritório, como conseguir atender com naturalidade e precisão a um telefonema do estrangeiro.  Para tal, falar Inglês não deve parecer mais um risco e sim uma chance preciosa para seu plano de ação. 

Não perca  mais tempo e comece a pensar em prioridades que trarão sucesso para sua vida pessoal e profissional. Falar Inglês




Confira a entrevista trazida pelo Jornal Hoje, rede Globo - O Mercado de trabalho e a importância do Inglês:  http://www.youtube.com/watch?v=1pHMr_0VNiw 

Have a nice week! :D
Teacher Marcela

sábado, 27 de julho de 2013

DO BIG OR GO HOME: SE VOCÊ QUER, VOCÊ CONSEGUE E REALIZA




Medo de falar Inglês? O que você esperando para párar de ouvir a voz do perfeccionismo e se dar uma chance renovadora? 
Sinta-se feliz com as pequenas coisas, não se diminua com os resultados que não foram àqueles expectados por você. Todo e qualquer sucesso é construido com esforço, disciplina e força de vontade. A ocasião é agora, não deixe para depois...Não tem de esperar pelas consições perfeitas, nada é perfeito.. e sim tudo esta ao nosso alcance desde que queiramos. Não fique à espere da "ocasião perfeita" - FAÇA ACONTECER!



E acima de tudo: ENFRENTE SEUS MEDOS! Não temos nenhuma identidade com medo. Medo é uma ilusão criada pelos nosso sentidos menos disciplinados.
Seja você e encontr-se em sua plenitude. Quando você se compara automaticamente você acabada se desvalorizando por ver apenas a "aparência" de sucesso do outro. Nada de enganos ou "auto-sabotagem"! Vença-se conhecendo a tua força e siga! 

 ASSUMA-SE, CORRA ATRÁS, FAÇA ACONTECER, SEM PERFECIONSIMOS, MELINDRES, MEDO, VERGONHA.... Você nao precisa desta roupagem! Falar Inglês com motivação é a metodologia que ensina que cada passo é um sucesso! 
Portanto:


Desista das velhas metodologias  de ensino baseadas na imposição ou nas falsas "promessas"... escolha profissionais de "gabarito" não apenas academico mas HUMANO! Venha nos conhecer e sinta-se a cada passo amparado em seu aprendizado..Lembre-se: a dificuldade que você pode ser a mesma de milhões de outras pessoas. Esqueça de tudo aquilo que possa te "empurrar" para baixo. 
Comece dizendo ...






Have a nice weekend

REMEMBER: YOU CAN FLY HIGHER!!!


Teacher Marcela


segunda-feira, 1 de julho de 2013

MITOS DO INGLÊS: "TEM QUE MORAR FORA PARA SER FLUENTE"

Hi there!! 

Neste final de semana eu tive a oportunidade de conversar com alguns parentes meus  recentemente chegados dos Estados Unidos e da Australia... ao invés de encontrá-los mais "maduros" em seu English &;Conversation, acabei me surpreendendo com os resultados...
 
E quantas vezes não caímos neste mito? Ahhh "se você deseja falar inglês fluentemente você deve morar fora. Só morando nos Estados Unidos, na Inglaterra, Canadá ou em qualquer outro país de língua inglesa que seu inglês será realmente fluente." Será?




 
Bem, não foi bem isto o que aconteceu com alguns de meus parentes que resolveram passar alguns meses em New York e em Sidney. E, não raro, isto é um fato bastante corriqueiro em nossas observação. Quantas pessoas você já não ouviu falar  que voltaram do exterior  ainda mais "mudos" ou no máximo parafraseando ou "repetindo" palavras soltas  de tanto ouvirem os timbres da mesma, mas em realidade mal entendem o uso e significado das mesmas.

Experiemente dizer "How have you been"  ao invés de "How are you" e vejam a reação. Falar inglês fluentemente sem um estudo orientado fica muito difícil. E isto não é novidade. Cair em certos "mitos" como o de "morar fora para aprender a falar inglês fluentemente" é mais um deles
Como profissional do ensino da língua inglesa (e eterna aluna do Inglês) eu conheci muitas pessoas que nunca foram para os Estados Unidos e tem um ótimo inglês. Ceta vez confesso que fiquei chateada comigo mesma, pois mesmo morando nos Estados Unidos, trabalhando para um multinacional americana,  me atualizando com cursos e viagens "para o mundo" eu não tive o mesmo desempenho em um teste mecânico de interpretação espontânea que um colega obteve - detalhe que ele nunca saiu de São Paulo em toda sua vida! Veja só como são as coisas... 
É claro que não estou "menosprezando" a idéia de viajar e aprender um segundo idioma. Mas, é necessário frisar a ideia em "Aprender".



Vale muito a pena passar uma temporada em um país onde o inglês é falado. Entretanto, tal não é o bastante para ser fluente em inglês. Se desejamos ter  Inglês fluente não tem milagre: é necessário estudar, se envolver com a língua, dedicar-se à ela e muito mais. E isso você pode fazer morando aqui mesmo no Brasil. Cabe ao aprendiz deixar a preguiça de lado e dedicar tempo para utilizá-los em prol do seu aprendizado. No geral, tudo é uma questão de querer aprender a língua e para aprender basta fazer a sua parte: leia livros, escute entrevistas, assista a filmes e seriados, seja curioso, vá além, não se limite a avaliações de terceiros, ouse, tente, levante-se e continue... Quanto esta é nossa prioridade não é necessário dispender tanto dinheiro e procurar ajuda fora. Temos  inúmeros recursos para aprender Inglês, contudo de nada valem se continuarmos a terceirizar nossa parte: estudo e dedicação. 
You can fly higher!! 

Cheers 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

VIDEOGAME x INGLÊS, é possível conciliar?



Hi Folks!!
 
Hoje gostaria de dividir com vocês um assunto um tanto polêmico para pais, alunos, educadores e pesquisadores em geral. Trata-se do tópico “Aprender a falar Inglês jogando videogame”. Seria possível?  Inglês e a tecnologia dos jogos, será esta mais uma “receita  ideal” para definitivamente falarmos Inglês sem medo?


 Bem, falar “sem medo” até poderia concordar, tendo em vista a preferencia pessoal de jogar em casa ou pelo celular; afinal, o reconhecimento do território é sinal de segurança e conforto :D
Agora falar corretamente o inglês, contemplando 100% suas habilidades e subabilidades linguísticas de writing, reading, speaking e listening, eu  não conferiria  de forma unânime, partindo do pressuposto de que  cada um tem a sua maneira e ritmos específicos para aprender, sentir e encarar de forma mais segura  o mundo “real” (e por que não até “virtual” frente aos inimigos que testam nossa habilidades em níveis variados?) existem muitas reservas. Contudo,  eu ousaria a dizer que pode ser sim possível. É importante salientarmos que neste blog nós não temos nenhum interesse em julgar subjetiva e pejorativamente o uso de jogos no artefato ensino-aprendizagem sob justificativas da ética e moral.  Fica aberto  o espaço para os comentários para aqueles que assim desejam relatar sua experiência, manifestando seus pontos de vista. Sempre nos é enriquecedor!
De fato  nos é bastante interessante observar que os videogames podem sim auxiliar no aprendizado de uma segunda lingua deste que o uso dos conteúdos se façam de maneira adequada, atentando aos aspectos culturais, técnicos  e pedagogicos do mesmo. O aspecto lúdico na educação cria possibilidades infinitas de aprendizado, oxigenando métodos, e recriando aquilo que habitualmente estamos “acostumados” a receber sem interagir na sala de aula ou mesmo ao lado de professores e educadores ainda entricheirados no modelo clássico iluminista onde os professores ditam informações e os alunos as memorizam.
Apesar de já não estar à flor da pele a minha antiga “tara” pelos videogames (sou da Era Nitendo), eu não nego o quanto meu esforço em decodificar as instruções por escrito de cada fase do jogo Super Mario Bros, me ajudou a vencer “certos desafios” ainda mais complicados quando ganhei meu primeiro PC e elaborei, sozinha, meu primeiro endereço eletrônico, conectando –me ao mundo, inclusive à onda antigo ICQ! Uma conquista. A vontade em decodificar cada um daqueles sinais escritos que se passava nos jogos mais tarde me estimulou a comprar meu primeiro  dicionário  bilingue Inglês-Português, e , autodidaticamente, comecei a ler e a prestar mais atenção nas letras de músicas em inglês. Todavia,  eu não posso considerar que foi através dos jogos, por eles mesmos, que consegui temporariamente  conquistar 100% de minha proficiência no idioma. Para mim, a tríade escola-professor-livro  como também os cursos mais personalizados foram de grande valia para meu aprendizado de forma a substancializar minha habilidade no mesmo. Atualmente quando observo alguns de meus alunos jogando, por exemplo o jogo  Injustice – the Gods among us – XBOX, eu me sinto feliz (sim feliz pois eu me sentia satisfeita ao conseguir entender o que os personagens me solicitavam)  em decodificar no olhar deles a imensa vontade em entender a história contada de cada um dos personagens da trama Injustice, e assim, conseguirmos juntos  explorar o lado construtivo-pedagogico destas fontes, reunindo as ferramentas necessárias para a exploração de um foco: o aprendizado do Inglês e não a mera competição e/ou “aquisição mecânica” de um segundo ou terceiro idioma.   Se esta certo ou não, é difícil utilizar a melhor “taxonomia” para tal, pois tudo há um lado politico e ideológico. Trabalhar a fonte como foco  voltado para o processo de entendimento, codificação/decodificação do estudo de um idioma parece bastante positivo. Entendo que as fontes “de” e “para” o estudo são vastas; a maneira como fazemos o uso das mesmas eis a sabedoria para resultados mais definitivos.  



 
E o  que vocês acham?
 É possivel o videogame ser mais um aliado para o  aprendizado do Inglês?

A entevista abaixo é bastante curiosa! E admito sempre foi bem vinda em minhas aulas :D  
A Dank Languages caminha ao lado de metodologias inovadoras por ter seu aluno como principal referencia em seus resultados de pesquisas. Portanto negar o que o mundo nos oferece seria negar o aprendizado efetivo, furtando o direito de nossos alunos em aprender Inglês com base na inovando de técnicas.
Confiram  a entrevista :

  






terça-feira, 4 de junho de 2013

YES, YOU CAN! Falar Inglês sem medo


Hello Folks!!

Nem tenho palavras para agradecer o tempinho que todos vocês dispõem para lerem algumas notas em nosso blog. Sejam muito bem-vindos!!

        Não é de hoje que ouvimos de alunos e interessados em geral  a descrença quase que "total" no aprendizado de segundo idioma, especialmente o Inglês. Masss... necessariamente o Inglês?  Sim, ele mesmo, o conhecido, mas, muito mal ensinado e praticado pelos falantes brasileiros... o Inglês de importância veemente no mercado de trabalho, no lazer e dia-a-dia dos nossos cidadãos. Não vamos aqui discursar sobre as "crônicas de ensino" e as infindáveis ideologias e axiomas meramente teóricos,
Antes, gostaríamos de dividir algumas experiências das quais esperamos ser de grande valia para você, e para seu planejamento em adotar o estudo de um segundo idioma de forma definitiva. Definitiva porque todos os dias, presenciamos inúmeras desistências de alunos por uma razão de denominador bastante comum: a falta de motivação. Sabemos praticamente de cor, de todo um arsenal enciclopédico que a ciência pedagógica sugere para cada equipe de professores e coordenadores, e, até então, não encontramos um modelo absolutamente ideal de aprendizado senão àqueles que tangenciam uma linha de aproximação entre método e as reais necessidades do aluno, focando substantivamente  na particularidade e excentricidade de sujeito singular. Uma ideia que substancializa a personificação de método as necessidades e, por que não às expectativas do sujeito singular. Parece bastante complicado, e,  realmente o é na pratica de sua concreção. Não vamos aqui desnudar a solução pedagógico- metodológica que também é um fator da desistência de alunos; gostaríamos de focar  com um pouco mais de cuidado  o que esta acontecendo com os alunos em sua individualidade no momento  que decidem estudar Inglês. Em, outras palavras, o que acontece com você: Por que você continua acreditando que não conseguem falar inglês?
Sim, é fato que estudar exige muita dedicação, paciência e sacrifício. Também não descartamos a idéia de que a monotonia da sala de aula, os mesmos esquemas de participação entre alunos e professores, a famosa meia hora de laboratório e os quinze minutos de correção de homework; os livros didáticos que só mudam de "cara" e continuam dizendo "Nice to meet you" em diferentes tempos verbais... tudo isto é fatídico, não há discussão, realmente é desestimulador. Entretanto, voltemos a sua  proposição de começar (ou voltar) a estudar Inglês. O que se passa dentro de você? O que acontece com você quando encontra uma escola renovadora,  professores dinâmicos, livros didáticos super atualizados? Uma grande surpresa?! Sim... Não deixa de ser muito bom, contudo, não é suficiente. Por que depois de tantas "idas e vindas" você ainda continua  a desistir de estudar inglês. Será porque você se auto convenceu? Opa... eis aí um excelente começo para mudança de atitudes! Você sabia que quando começamos a nos familiarizar demais (mesmo que por simples deslize) qualquer tipo de idéia a nosso respeito,  irrevogavelmete criamos  uma força de atração  poderosa e, o resultado é bastante autoexplicativo: nós passamos a acreditar nela(s). Portanto tome cuidado! Observe que você tem muito poder sobre as qualquer coisa que está a sua volta. Consciente disso, acredite! Estudar inglês é de fato para você,  mais uma conquista.





Algumas dicas para você perder o medo de falar inglês e ganhar mais autoconfiança:


Deixe de lado os maneirismos. Para de se importar com  resultados de testes de proficiência.  Nós nos cobramos demais e, pouco internalizamos a experiência do erro.
Deixe da autopunição... se você já viajou para os Estados Unidos e uma recepcionista do hotel ficou impaciente com você..aprenda com esta experiência sem se importar tanto com os juízos alheios.

Observe o quanto você se esforçou e se esforça para dar o seu melhor. Reconheça de uma vez por todas que é errando que você aprende, é reconhecendo melhor os seus erros que melhor saberá descortinar os caminhos para o sucesso. Permitir–se aos “teorismos pedagógicos”, ao feedback pseudo-professional, aos prazos e metas de proficiência é continuar perdendo seu tempo sem sucesso algum.

Seja objetivo consigo mesmo quanto a sua capacidade intrínseca e poderosa de estudar e praticar inglês ou qualquer idioma sem autocobrança ou autopunição. Sinta-se sempre motivado mesmo ao cometer erros ou ouvir de amigos, chefes, colegas e/ou parentes que você não consegue...

Acredite em você mesmo, em cada mínimo esforço, pois nem mesmo o nativo detém o conhecimento total de sua língua mãe. Temos  certeza de que quando você começou a pronunciar as primeiras palavras do Português, sua mãe parabenizou seu esforço! E é isto que queremos para você! Gostaríamos que formulassem seu planejamento com consciência correta de si mesmo, de sua capacidade em falar e exercitar o inglês independente de qualquer resultado de teste teórico.

Dê-se todos os dias a honra em atingir suas metas com cautela e doação do melhor de si! Esta é magia para caminharmos em frente.  Não adianta só mudar de método, de professor, de livros aleatoriamente sem primeiro mudar algumas coisinhas que só dependem de você. Já parou para pensar nisto? Confie em sua força interior e faça a diferença...  

Foi um prazer!!
Ótima semana



Teacher Marcela