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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A importância da lição de casa nas aulas de inglês

Apresento à vocês o novo mascote da sala de aula: Pig.



Agora é lei: alunos que não fazem lição, depositam R$1,00 no cofrinho.Ao final do semestre, tomaremos um café com o dinheiro arrecadado.
A idéia divertida é um incentivo para que os alunos não deixem de fazer suas tarefas.


Qual é a importância da lição de casa nas aulas de inglês?

Na maioria dos casos, os alunos tem aulas duas vezes por semana. Sendo assim, o intervalo aos fins de semana será um longo período sem estar em contato com a língua. A proposta de fazer lições (pesquisas, speeches, exercícios) é a chance que o aluno tem de fixar melhor a lição aprendida em sala de aula e de perceber suas dificuldades entre um exercício e outro.

Dicas:

1.Reescrever as frases que o professor apontou erros, é uma dica para fixar melhor a matéria aprendida.
2.A lição de casa deve ser feita com consulta, ou seja, você não precisa saber tudo de cabeça nessa etapa.
3.Aproveite essa hora para anotar todas as dúvidas e tirá-las na aula seguinte com seu professor.
4.Essa é a hora exata de escrever, já que na sala de aula você deve se empenhar em falar.
5.Use livros self-study:são livros com respostas no final e você poderá ganhar mais autonomia no idioma se tiver o hábito de se auto-corrigir.


Essencial Grammar in Use é um livro ótimo para os alunos estudarem por conta-própria.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Natural approach




Segundo Krashen e suas teorias, a aquisição de uma língua deve ocorrer em ambientes naturais ao do aprendiz.

Por exemplo: de nada adianta você saber um diálogo na ponta da língua em sala de aula e quando chegar na rua, ficar confuso por causa do barulho externo como ônibus passando, buzinas, etc.

Além disso, seguindo a linha de múltiplas inteligências, algumas pessoas aprendem fazendo.Por isso, algumas das minhas aulas são feitas fora de sala de aula:

Já fomos ao supermercado comparar preços,à C&A escolher o que vestir para uma festa, apreciar arte em uma galeria.




Desde que o inglês seja introduzido em atividades que o aluno faria normalmente na língua nativa, tudo torna-se mais significativo e de mais fácil compreensão.

Agora vai até ser mais legal pois como estou descobrindo São Paulo aos pouquinhos, vou compartilhar as novidades nas próximas atividades.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Sexy teacher!

Vocês conhecem Marina Orlova? Ela é uma teacher pra lá de sexy que comanda o site http://www.hotforwords.com/




Há ensino de inglês mas o foco desse site é a raiz das palavras, ou seja, um estudo detalhado da origem das palavras em inglês ou expressões.

Vale a pena conferir!



Ah, não gostei da nova cor de cabelo dela...prefiria o cabelo loiro... Deve ser inteligência artificial agora!KKKK

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Qual o seu real nível de inglês?


Gostaria de chamar a atenção à um problema muito frequente entre alunos e professores particulares de inglês:entender o real nível que o aluno atingiu até o momento.

Esse é o ponto crucial para o aproveitamento do curso e, muitas vezes, o próprio aluno sugere retomar os estudos do início ou de níveis anteriores, o que é ótimo.

Bem, o problema começa exatamente quando o aluno não admite o seu real nível.Isso tudo porque ele/ela não quer perder o tempo e dinheiro que já investiu até então.

Ao procurar um professor particular, o mesmo já sentiu anteriormente dificuldades em seguir em uma escola. Então, porque insistir nos mesmos erros?

Um bom professor particular vai aplicar um teste de colocação e analisar bem suas dificuldades com o idioma (oral ou escrita). À partir disso,um curso será desenvolvido especialmente para você (é assim que eu trabalho com meus alunos).

Infelizmente, muitas pessoas não admitem suas dificuldades, e querem continuar do nível/livro em que pararam em uma escola ignorando o resultado obtido em seu último teste.

A relação de sinceridade entre aluno e professor é extremamente importante para vencer o medo de falar inglês pois, se o aluno insistir nos mesmos erros,algum dia irá encontrar um profissional(?) que irá aceitar trabalhar dessa maneira e transformar suas dificuldades em uma tremenda bola de neve.

Um alerta: cuidado com escolas que colocam alunos em níveis errados simplesmente porque era ó único horário que tinham para oferecer!Sempre peça para assistir uma ou duas aulas demonstrativas e perceba se a classe é homogênea em termos de nível.

Eu sempre digo:dinheiro a gente recupera..já o tempo...

domingo, 14 de março de 2010

"Eu odeio inglês!!"


Muitas pessoas que procuram aulas particulares de inglês comigo, tem o mesmo argumento: odeiam inglês.

Coloco-me no lugar deles e imagino o que eu faria se fosse forçada a estudar matemática , que é uma matéria que eu odeio.

Em primeiro lugar, é preciso saber o que há por trás dessa frase.

Odeio porque é difícil?
Odeio porque tenho trauma de infância?
Odeio porque não consigo aprender?

Para cada uma dessas perguntas, deverá haver uma análise e um plano de ação.

É essa a proposta que eu tenho com meus alunos.

Inglês é difícil?Depende da abordagem, do método ou do material usado. Aulas particulares ajudam nesse caso, pois elas obedecem o ritmo de aprendizagem do aluno.

Trauma de infância? Isso deve ser bem trabalhado, assim como comentei anteriormente sobre os instrutores de auto-escolas. O mais importante nesse caso, é que o aluno dê uma chance para um novo professor e comece do zero.

Aprender faz bem para nossa auto-estima e,quando progredimos bem, fica mais fácil aprender.

Não consegue aprender? Reflita o quanto você realmente tem se dedicado à essa causa. A baixa frequencia nas aulas ou a falta de lições feitas, refletem no aprendizado e, por consequencia, trarão um grande atraso no seu progresso.


Quanto à gostar realmente de inglês, só posso dizer que seria bom ter boa harmonia entre aluno, professor e método , pois só assim seria possível uma boa convivência com o idioma.


Na foto, eu e meus alunos em uma aula diferente:na padaria.Pra quem não gosta de inglês, nada melhor que fazer um lanchinho no meio da aula.