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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 19

Dê um feedback

É importante que o seu professor saiba se você está gostando das atividades escolhidas e do curso em geral.
Professor e aluno devem trabalhar em conjunto para um melhor resultado .
De tempos em tempos, relate o que você acha deu mais efeito, o que gostaria de ter mais ênfase e seus objetivos futuros com o curso.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 18

Peça um feedback

Você pode estar sendo injusto com você mesmo quanto á sua performance.
Peça ao seu professor um feedback profissional e formal sobre o seu progresso de tempos em tempos.
Peça para que ele aponte o que precisa ser melhorado, ofereça sugestões de exercicios e oriente quanto aos futuros passos.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 8

Desenvolva assuntos

Prepare algo mesmo que mentalmente para conversar em sala de aula.
Você verá que a preparação fará com que você estruture melhor o seu diálogo.Às vezes,mesmo
em português, somos pegos de surpresa e temos um "branco" na hora de falar. Imagine em
inglês! Se você já sabe qual  situação enfrentará (um estrangeiro na empresa, falar sobre um final
de semana na aula), preparando-se para ela (sem decoreba,é claro).

A ansiedade diminuirá e, por consequência, você se sentirá mais solto para falar em inglês.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Inglês Americano x Inglês Britânico:Qual é o mais usado?

Quase todos os alunos que começam um curso de inglês tem a mesma dúvida:

Inglês Americano ou Inglês Britânico:Qual é o mais usado?

Podemos dizer que no passado, quando haviam poucas escolas de inglês, elas se dividiam entre essas duas origens:americana ou britânica.

Hoje em dia, o inglês tornou-se uma ferramenta de comunicação global e através da internet, uma forma de sobrevivência no mundo virtual.

Em geral, aprender inglês hoje significa estar apto a cruzar fronteiras de qualquer lugar independente do seu sotaque e, de maneira nenhuma, isso te impedirá de se comunicar.

Podemos até estudar inglês a ponto de reduzir o sotaque, mas será difícil e até desnecessário esconder as origens que estão por trás do que você fala.

Como professora de inglês e brasileira, fiz vários cursos de accent reduction (redução de sotaque), para que minha pronúncia seja a mais fiel possível ao inglês americano (o qual mais me identifico, embora tenha sempre estudado  o britânico). No entanto, não desejo e nem poderia, me passar por americana, embora muitos tentem adivinhar de onde sou até se surpreenderem ao saberem que sou brasileira.


Por isso, se seu professor é americano,britânico, polonês ou brasileiro, aproveite a troca  cultural que ele poderá te oferecer e comunique-se da melhor maneira, mesmo porque, dentro de um mesmo país, existem vários sotaques de diferentes regiões.Nem por isso, será mais ou menos usado do que um nativo da Inglaterra.

Para ilustrar esse artigo, veja essa comédia onde um francês (Inspetor Clousseau) tenta perder o seu sotaque francês:


Quanto à diferença entre o inglês britânico e o americano, podemos dizer que encontra-se mais no vocabulário e na ortografia como você pode encontrar na lista abaixo:                                                   




acostamento 
advogado
agenda
aluga-se
alumínio
apartamento
armário
aspas
auto-casa
auto-estrada
avião



shoulder
lawyer
appointment book
for rent
aluminum
apartment
closet
quotation marks
motor home
freeway
airplane



hard shoulder
solicitor, barrister
diary
to let
aluminium
flat
wardrobe
speech marks
caravan
motorway
aeroplane


balas
banheiro
batas fritas
(formato longo)
batas fritas (em fatias finas)
beringela
biscoito, doce
bombeiros
borracha de apagar
candy
lavatory/bathroom
french fries
potato chips
eggplant
cookie
fire department
eraser
sweets
toilet
chips
crisps
aubergine
biscuit
fire brigade
rubber



calçada
calças
cama de campanha
caminhão
caminhão de lixo
capô do motor
cara
(pessoa, rapaz)
carona
carteira de habilitação
carteiro
centro
(de uma cidade)
CEP
chupeta
cinema
código de acesso DDD
colega de quarto ou apartamento
consultório
conta corrente
conversível
corpo docente
currículo
curso de graduação



sidewalk
pants
cot
truck
garbage truck
engine hood
guy
ride
driver's license
mailman
downtown
zipcode
pacifier
movie theater
area code
roommate
doctor's office
checking account
convertible
faculty
resume
undergraduate school



pavement, footpath
trousers
camp bed
lorry
dustbin lorry
bonnet
bloke, guy
lift
driving-licence
postman
city centre, town centre
postcode
dummy
cinema
dialing code
flatmate
surgery
current account
convertible
academic staff
curriculum vitae
degree



diretor (de escola)



principal



head teacher, headmaster



edifício de apartamentos
elevador
escola particular
escola pública
estacionamento
estrada de chão



apartment building
elevator
private school
public school
parking lot
dirt road



block of flats
lift
independent school, public school
state school, local authority school
car park
unpaved road



farmácia
feriado nacional
fila
fita adesiva
fogão
forno
fralda
futebol



drugstore
national holiday
line
scotch tape
stove
oven
diaper
soccer



chemist's
bank holiday
queue
sellotape
cooker
cooker
nappy
football



gasolina



gas (gasoline)



petrol



lanterna
lapiseira
lata de lixo
lixeiro
lixo



flashlight
mechanical pencil
garbage can
garbage collector
garbage



torch
propelling pencil
bin
dustbin man
litter, rubbish



mamãe
matemática
metrô



mom, mommy
math
subway



mum, mummy
maths
underground, tube



outono



fall



autumn



passagem só de ida
placa de carro
pneu
ponto (final de frase)
porta-malas
pós-graduação
problema de matemática
puxa-saco



one-way ticket
license plate
tire
period
trunk
graduate studies
math
brownnoser, ass-kisser



single ticket
number plate
tyre
full stop
boot
postgraduate course
problem sum
arse-licker



querosene



kerosene



paraffin



recepção
refrigerante
restaurante industrial



front desk
pop, soda
cafeteria



reception
soft drink, pop, fizzy drink
canteen, staff restaurant



silenciador, surdina
sindicato
sobremesa



muffler
labor union
dessert



silencer
trade union
pudding, dessert



telefone celular
tênis
térreo



cell phone
tennis shoes, running shoes, sneakers
first floor



mobile phone
trainers
ground floor (US: 1st, 2nd, 3rd, ..., UK: ground, 1st, 2nd, ...)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Aprender algo novo melhora a sua auto-estima.

Não tenho palavras para explicar o quanto a minha vida mudou (para melhor!) depois que perdi o medo de dirigir.
Ganhei mais confiança, independência, motivação para fazer novas atividades e até visitar lugares e pessoas que antes era praticamente impossível a pé ou de ônibus.
É claro que muita gente não precisa de um carro para viver, mas no meu caso, eu queria muito saber dirigir.
E consegui superar esse medo!O que é uma grande conquista na minha vida.
Mas posso dizer que, acima de tudo, melhorei muito a minha auto-estima e nada pode ser melhor do que a certeza de que você é capaz de fazer algo novo em sua vida.


Separei esse artigo do blog  Tratamento de Depressão que indica várias maneiras de melhorar a auto-estima.

Ideias práticas de como melhorar a Auto-Estima.

  • Querer ter uma vida repleta de felicidade, de sucesso, prosperidade e realizações está nas nossas mãos e não nas dos outros. Quem não tem Auto-Estima, à partida acha que não merece e não consegue, então nem sequer ousa sonhar e muito menos estabelecer objectivos ou tomar decisões que encaminhem a pessoa para a direcção dos seus sonhos. Tudo está na nossa mente, o primeiro passo é sempre o início de uma longa viagem….e todas os grandes feitos já foram um dia o sonho de alguém.
  • A aceitação de quem somos, com qualidades e limitações é essencial e esta consciência de quem somos é que nos permite poder fazer um ponto de situação e assim inicial um processo de melhoramento e transformação.
  • Desenvolver o sentido de humor e permitir-se contagiar pela positividade e humor dos outros são bênçãos inatas de uns e aspectos a melhorar de outros. Dar apenas importância ao que realmente é importante. Desvalorizar os comentários depreciativos dos outros, se a intenção deles é afectar-nos, então não vamos alimentar essa forma de sugar energia e roubar alegria.
  • Nunca esquecer que o que os outros pensam é apenas uma interpretação que eles fazem de quem somos e nunca, jamais representa quem somos na realidade. Quem somos verdadeiramente apenas nos sabemos, assim como só nós conhecemos as nossas verdadeiras intenções e motivações.
  • É fundamental dedicar mais tempo a fazer coisas que nos façam sentir úteis, importantes e especiais. Dedicar o nosso tempo a fazer coisas para quem nos valoriza e quem não nos valoriza não merece qualquer esforço ou dedicação.
  • Libertar-nos de todas as pessoas que nos tentam diminuir e que nos estão constantemente a depreciar. Se não podemos fugir delas, vamos ao menos coloca-las no seu lugar e manter uma distancia de contacto, “matar essa pessoa dentro de nós” e tirar-lhe a importância. Esta é uma forma de respeito próprio.
  • Não ter medo das responsabilidades ou de tomar decisões, se alguma coisa correr mal é uma excelente forma de aprender algo novo e aperfeiçoar a sua técnica e teoria sobre esse assunto. Ter a coragem de iniciar de novo e assim especializar-se sobre a matéria e tornar-se um especialista.
  • Ninguém está livre de se enganar, ou de errar, no entanto é típico dos sábios usarem os erros como um aliado ao crescimento, o Sábio sabe que a vida é perfeita e que quando se fecha uma porta outras mais interessantes se abrirão.
Saber mais e mais sobre a própria Auto-Estima e como melhorar? tem sido um segredo que se tem revelado a chave para uma vida de entusiasmo, felicidade e realizações. A baixa Auto-Estima é uma forma de cegueira que nos impede de acreditar que podemos ir cada vez mais longe na nossa vida e nas nossas realizações.
Texto original de Love Dolhpin para o site www.tratamentodadepressao.org


As mesmas dicas servem para o aprendizado de idiomas.
Muitos alunos sentem que as aulas particulares de inglês funcionam como pura terapia e é muito recompensador para mim saber que faço parte desse processo.
Lembrando também que, ao conseguir se comunicar em inglês, você não só melhorará muito a sua auto-estima, como também terá mais perspectivas na sua carreira e vida pessoal.  
Espero que essas dicas sejam úteis para todos aqueles que, assim como eu, passaram por momentos de muita frustração ao se depararem com as dificuldades na aprendizagem.

Aprender inglês evita o Mal de Alzheimer

Fui procurada recentemente por alunos entre 60 e 70 anos procurando aulas particulares de inglês, o que me agrada muito pois adoro lidar com essa faixa etária.

Preocupados com a perda de memória e outras funções mentais, eles vêem nas aulas de inglês a possibilidade de interagir, serem cobrados por tarefas e memorizar palavras novas.
Tudo sem pressa, do jeitinho mais agradável e tranquilo possível! Nesse caso, meu método encaixa-se perfeitamente com a ocasião!:)

Mais do que aprender inglês, muitos procuram uma maneira de ficarem ativos,treinarem a memória e, o mais gostoso de tudo: estarem aptos a falar inglês em viagens.

Esse artigo publicado no site Minha vida fala sobre dicas para manter a memória ativa e a autonomia na melhor idade:

Um dos maiores temores do envelhecimento é a perda da autonomia, especialmente quando ela vem acompanhada do declínio das funções mentais. Nesse terreno, as demências são os maiores fantasmas que assombram quem cruza a fronteira da terceira idade. São síndromes que envolvem o comprometimento de funções cognitivas sem, no entanto, afetar a consciência da pessoa. Essas doenças afetam especialmente a memória, a inteligência, a capacidade de orientação, de julgamento e de convívio social.Elas podem ser degenerativas, como o Mal de Alzheimer, ou secundárias, em conseqüência de algum outro mal, por exemplo a arteriosclerose, o hipotiroidismo ou o alcoolismo.

O Mal de Alzheimer, por exemplo, atinge cerca de 20% dos octogenários. Ainda não se sabe ao certo como preveni-lo e ele não tem cura. No máximo, algumas drogas podem retardar seu progresso. Em 8 ou 12 anos, o Mal costuma levar à morte. Para quem já é portador destas doenças os   medicamentos mais avançados para seu tratamento apenas retardam a sua evolução com pouca ou nenhuma resposta terapêutica, portanto sem resultados eficientes , conta a médica geriatra Luciane Páscoa, de São Paulo.

Entre os transtornos psiquiátricos, a depressão está entre os problemas mais comuns nessa faixa etária. Em alguns casos, pode até sinalizar a instalação de outra doença, como o Parkinson.

Um dos segredos para manter a cabeça jovem é manter-se ativo a vida inteira. É preciso investir em relacionamentos, em hobbies, em atividades que exijam concentração e interação social. Tudo isso favorece a massa cinzenta. Os especialistas recomendam, por exemplo, que os idosos façam trabalhos manuais, leiam muito, aprendam coisas novas. A leitura, especificamente, melhora atenção, memória e fluência verbal, revelou um estudo americano com mais de 500 idosos.
Manter essas funções em ordem é também uma questão de sobrevivência: a taxa de mortalidade aumenta quando essas capacidades despencam. Sim, manter o cérebro ativo pode ser sinal de longevidade.

Em outra reportagem na Tribuna do Povo, um destaque para o senhor José Bernardo Primo, de 63 anos:
“Eu queria aprender inglês porque precisava e preciso me comunicar melhor com os outros integrantes da associação de karatê à qual pertenço. São atletas de 15 estados brasileiros, mas também de outros 15 países”, explica, do alto de sua experiência de Faixa Preta 3o Dan.

Nunca é tarde demais para começar o seu curso de inglês!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Bloqueio ao falar inglês e Marilyn Monroe

Como já disse antes, sou mega fã de Marilyn Monroe e o que é mais interessante para mim, é o fato de ela ter sido uma pessoa com bloqueios emocionais tão intensos que prejudicavam sua performance.


Embora já famosa e com uma carreira sólida, Marilyn sofria muito com a pressão dos estúdios em vários aspectos: com sua pouca formação artística, com seus hábitos ruins e com sua insegurança exarcebada.
Era uma das únicas atrizes que levava Natasha Lytess, uma conceituada professora particular de artes dramáticas, aos estúdios de gravação para que a auxiliasse nas cenas, o que irritava profundamente seus diretores.
A jovem passou maus bocados na mão da mestra que fazia-lhe repetir gestos, treinar a voz e olhares. No final tudo deu certo: Natasha conseguiu fazer emergir de dentro da novata uma diva.


Marilyn e sua instrutora Natasha Lytess

"Devido ao bloqueio emocional, Marilyn se viu em maus lençóis enquanto gravava Quanto Mais Quente Melhor (Some Like It Hot, 1959). Sua personagem Sugar Kane, vocalista da banda de Sweet Sue (Joan Shawlee), precisava dizer: “It’s Sugar, me”, todavia, nervosa ela confundia direto a frase, geralmente “Sugar, it’s me” ou gaguejava. Depois de trinta tomadas, o diretor Billy Wilder estava furiosíssimo com a atriz. Levantou e escreveu em uma lousa a sentença correta. No fim, quarenta e sete tomadas depois, Marilyn disse a frase correta.
Marilyn: bloqueio e confusão

Mas o recorde de tomadas feitas por Marilyn no mesmo filme (Quanto Mais Quente Melhor) é de cinqüenta e nove vezes. Isto ocorre quando ela abre diversas gavetas e diz “Where’s the bourbon”. O quadro negro não resolveu desta vez. O diretor então utilizou outra estratégia, colocou dentro da gaveta exata a frase que precisava ser dita. Nervosa, Marilyn não acertava a gaveta. Furioso Billy Wilder colocou em cada gaveta um papel escrito “Where’s the Bourbon”. No fim tudo deu certo."
fonte:www.cinemaclassico.com

O mesmo acontece nas aulas de inglês.

O bloqueio emocional  faz o aluno, confundir, esquecer e errar um simples verb to be, mesmo estando no nível avançado.
É muito importante que o professor saiba diminuir essa barreira afetiva, oferecendo oportunidades para o aluno falar sem perceber que esteja sendo avaliado.
Uma dica de exercício para diminuir o filtro afetivo, é utilizar perguntas diversas e simples, apenas para que o aluno relaxe e raciocine.

Perguntas simples como:

What did you have for lunch?
Do you like dogs?
Do you prefer summer or winter?

Com certeza, essas perguntas parecem bem bobinhas para um aluno "não-básico".Contudo, para um aluno que apresenta bloqueios na aprendizagem essas perguntas representam uma oportunidade para ele falar de si mesmo e diminuir a ansiedade.

Para finalizar esse post, uma foto de um mimo que ganhei de minha aluna Sandra: um espelho com a Marilyn ilustrada.I couldn´t be happier!!!


Love you, Sandra!!!

E minha pequena coleção de Marilyns:

My Marilyn shrine...:)


quarta-feira, 7 de abril de 2010

Natural approach




Segundo Krashen e suas teorias, a aquisição de uma língua deve ocorrer em ambientes naturais ao do aprendiz.

Por exemplo: de nada adianta você saber um diálogo na ponta da língua em sala de aula e quando chegar na rua, ficar confuso por causa do barulho externo como ônibus passando, buzinas, etc.

Além disso, seguindo a linha de múltiplas inteligências, algumas pessoas aprendem fazendo.Por isso, algumas das minhas aulas são feitas fora de sala de aula:

Já fomos ao supermercado comparar preços,à C&A escolher o que vestir para uma festa, apreciar arte em uma galeria.




Desde que o inglês seja introduzido em atividades que o aluno faria normalmente na língua nativa, tudo torna-se mais significativo e de mais fácil compreensão.

Agora vai até ser mais legal pois como estou descobrindo São Paulo aos pouquinhos, vou compartilhar as novidades nas próximas atividades.

Dicas para você perder o medo de falar inglês-parte 1

Eu pretendia fazer um post longo com muitas dicas, mas vou colocá-las no blog aos pouquinhos para não demorar tanto a publicá-las.

Aqui vai a primeira dica para você perder o medo de falar inglês,ganhar mais fluência e destravar a língua:

Pare de traduzir tudo

A maioria dos alunos tendem a traduzir cada palavra de uma frase para sentirem-se seguros do que estão falando. Esse é um tremendo erro pois com o tempo, o vício de traduzir fará com que você demore para construir uma frase. Algumas coisas em inglês não existem em português e vice-versa. O melhor a fazer é acostumar-se com as expressões e ainda inserí-las nas suas próximas aulas e diálogos que você produzir.

Ao aprender as formas afirmativas, negativas e interrogativas dos tempos verbais, tente agrupar as palavras que vão dar estrutura à frase e preocupe-se apenas com o complemento dela. Por exemplo: você quer fazer uma frase no presente e na negativa:acostume-se com a estrutura I don´t, he doesn´t, it doesn´t, etc. e apenas preocupe-se com o complemento (speak English,por exemplo).

Com isso, você ganha agilidade na reprodução da frase e com o tempo, mais fluência também.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Sexy teacher!

Vocês conhecem Marina Orlova? Ela é uma teacher pra lá de sexy que comanda o site http://www.hotforwords.com/




Há ensino de inglês mas o foco desse site é a raiz das palavras, ou seja, um estudo detalhado da origem das palavras em inglês ou expressões.

Vale a pena conferir!



Ah, não gostei da nova cor de cabelo dela...prefiria o cabelo loiro... Deve ser inteligência artificial agora!KKKK

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Qual o seu real nível de inglês?


Gostaria de chamar a atenção à um problema muito frequente entre alunos e professores particulares de inglês:entender o real nível que o aluno atingiu até o momento.

Esse é o ponto crucial para o aproveitamento do curso e, muitas vezes, o próprio aluno sugere retomar os estudos do início ou de níveis anteriores, o que é ótimo.

Bem, o problema começa exatamente quando o aluno não admite o seu real nível.Isso tudo porque ele/ela não quer perder o tempo e dinheiro que já investiu até então.

Ao procurar um professor particular, o mesmo já sentiu anteriormente dificuldades em seguir em uma escola. Então, porque insistir nos mesmos erros?

Um bom professor particular vai aplicar um teste de colocação e analisar bem suas dificuldades com o idioma (oral ou escrita). À partir disso,um curso será desenvolvido especialmente para você (é assim que eu trabalho com meus alunos).

Infelizmente, muitas pessoas não admitem suas dificuldades, e querem continuar do nível/livro em que pararam em uma escola ignorando o resultado obtido em seu último teste.

A relação de sinceridade entre aluno e professor é extremamente importante para vencer o medo de falar inglês pois, se o aluno insistir nos mesmos erros,algum dia irá encontrar um profissional(?) que irá aceitar trabalhar dessa maneira e transformar suas dificuldades em uma tremenda bola de neve.

Um alerta: cuidado com escolas que colocam alunos em níveis errados simplesmente porque era ó único horário que tinham para oferecer!Sempre peça para assistir uma ou duas aulas demonstrativas e perceba se a classe é homogênea em termos de nível.

Eu sempre digo:dinheiro a gente recupera..já o tempo...

domingo, 14 de março de 2010

"Eu odeio inglês!!"


Muitas pessoas que procuram aulas particulares de inglês comigo, tem o mesmo argumento: odeiam inglês.

Coloco-me no lugar deles e imagino o que eu faria se fosse forçada a estudar matemática , que é uma matéria que eu odeio.

Em primeiro lugar, é preciso saber o que há por trás dessa frase.

Odeio porque é difícil?
Odeio porque tenho trauma de infância?
Odeio porque não consigo aprender?

Para cada uma dessas perguntas, deverá haver uma análise e um plano de ação.

É essa a proposta que eu tenho com meus alunos.

Inglês é difícil?Depende da abordagem, do método ou do material usado. Aulas particulares ajudam nesse caso, pois elas obedecem o ritmo de aprendizagem do aluno.

Trauma de infância? Isso deve ser bem trabalhado, assim como comentei anteriormente sobre os instrutores de auto-escolas. O mais importante nesse caso, é que o aluno dê uma chance para um novo professor e comece do zero.

Aprender faz bem para nossa auto-estima e,quando progredimos bem, fica mais fácil aprender.

Não consegue aprender? Reflita o quanto você realmente tem se dedicado à essa causa. A baixa frequencia nas aulas ou a falta de lições feitas, refletem no aprendizado e, por consequencia, trarão um grande atraso no seu progresso.


Quanto à gostar realmente de inglês, só posso dizer que seria bom ter boa harmonia entre aluno, professor e método , pois só assim seria possível uma boa convivência com o idioma.


Na foto, eu e meus alunos em uma aula diferente:na padaria.Pra quem não gosta de inglês, nada melhor que fazer um lanchinho no meio da aula.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Menina de Ouro

Mais um filme que nos remete às dificuldades de aprendizagem e a superação de nossos medos.
Aos 34 anos, a personagem de Hillary Swink decide finalmente realizar seu sonho de ser uma boxeadora.
No começo, ela enfrenta o preconceito do mau-humorado instrutor que, com o passar da história, acaba sendo cativado pelos esforços da empenhada aprendiz.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Empatia

Empatia entre aluno e professor não significa que o professor precise dar cambalhotas em sala de aula ou contar piadas...

O importante é que não haja barreiras entre as duas partes, que haja sinceridade e disposição de ambos: o aluno disposto a encarar o desafio de aprender algo novo e o instrutor maleável ao ritmo do aluno.

Destruindo as barreiras existentes, haverá menos tensão por parte do aluno, e esse estará mais seguro ao longo das aulas.

Isso é parte da teoria fundada por Stephen Krashen chamada Abordagem Natural (Natural Approach) a qual sou simpatizante do que diz respeito ao filtro afetivo (affective filter).

Enquanto esse filtro/muro não for diminuido, o aprendizado é quase impossível.


Meu exemplo: ao sentir-me desconfortável com o instrutor da auto-escola que não me dizia nem bom dia, eu ficava tão bloqueada que sentia-me até anestesiada. Simplesmente o nível de tensão era tão grande que toda aula era como começar do zero. Não havia progresso algum.
E o maior desafio era dar partida sem deixar o carro morrer...

A importância do professor...


Quando você está disponível para aprender algo novo, é como tirar a roupa na frente de um desconhecido pela primeira vez.
Agora, qual o nível de relaxamento você terá quando o desconhecido nem diz "bom dia"...

Como esse blog é para falar de bloqueios na aprendizagem e não apenas do medo de dirigir, gostaria de enfatizar a importância do professor nesse processo.
Não há um método milagroso para ensinar, mas empatia é a palavra chave nesses casos.
Muitos irão discordar achando que competência é tudo. Alguns colegas de profissão dizem que não precisam sorrir o tempo todo para dar uma boa aula.
Concordo.
Mas em casos de alunos com muitas dificuldades, quanto mais empatia houver entre aluno e professor, mais propício o ambiente para aprendizado ficará.