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quarta-feira, 12 de junho de 2013

VIDEOGAME x INGLÊS, é possível conciliar?



Hi Folks!!
 
Hoje gostaria de dividir com vocês um assunto um tanto polêmico para pais, alunos, educadores e pesquisadores em geral. Trata-se do tópico “Aprender a falar Inglês jogando videogame”. Seria possível?  Inglês e a tecnologia dos jogos, será esta mais uma “receita  ideal” para definitivamente falarmos Inglês sem medo?


 Bem, falar “sem medo” até poderia concordar, tendo em vista a preferencia pessoal de jogar em casa ou pelo celular; afinal, o reconhecimento do território é sinal de segurança e conforto :D
Agora falar corretamente o inglês, contemplando 100% suas habilidades e subabilidades linguísticas de writing, reading, speaking e listening, eu  não conferiria  de forma unânime, partindo do pressuposto de que  cada um tem a sua maneira e ritmos específicos para aprender, sentir e encarar de forma mais segura  o mundo “real” (e por que não até “virtual” frente aos inimigos que testam nossa habilidades em níveis variados?) existem muitas reservas. Contudo,  eu ousaria a dizer que pode ser sim possível. É importante salientarmos que neste blog nós não temos nenhum interesse em julgar subjetiva e pejorativamente o uso de jogos no artefato ensino-aprendizagem sob justificativas da ética e moral.  Fica aberto  o espaço para os comentários para aqueles que assim desejam relatar sua experiência, manifestando seus pontos de vista. Sempre nos é enriquecedor!
De fato  nos é bastante interessante observar que os videogames podem sim auxiliar no aprendizado de uma segunda lingua deste que o uso dos conteúdos se façam de maneira adequada, atentando aos aspectos culturais, técnicos  e pedagogicos do mesmo. O aspecto lúdico na educação cria possibilidades infinitas de aprendizado, oxigenando métodos, e recriando aquilo que habitualmente estamos “acostumados” a receber sem interagir na sala de aula ou mesmo ao lado de professores e educadores ainda entricheirados no modelo clássico iluminista onde os professores ditam informações e os alunos as memorizam.
Apesar de já não estar à flor da pele a minha antiga “tara” pelos videogames (sou da Era Nitendo), eu não nego o quanto meu esforço em decodificar as instruções por escrito de cada fase do jogo Super Mario Bros, me ajudou a vencer “certos desafios” ainda mais complicados quando ganhei meu primeiro PC e elaborei, sozinha, meu primeiro endereço eletrônico, conectando –me ao mundo, inclusive à onda antigo ICQ! Uma conquista. A vontade em decodificar cada um daqueles sinais escritos que se passava nos jogos mais tarde me estimulou a comprar meu primeiro  dicionário  bilingue Inglês-Português, e , autodidaticamente, comecei a ler e a prestar mais atenção nas letras de músicas em inglês. Todavia,  eu não posso considerar que foi através dos jogos, por eles mesmos, que consegui temporariamente  conquistar 100% de minha proficiência no idioma. Para mim, a tríade escola-professor-livro  como também os cursos mais personalizados foram de grande valia para meu aprendizado de forma a substancializar minha habilidade no mesmo. Atualmente quando observo alguns de meus alunos jogando, por exemplo o jogo  Injustice – the Gods among us – XBOX, eu me sinto feliz (sim feliz pois eu me sentia satisfeita ao conseguir entender o que os personagens me solicitavam)  em decodificar no olhar deles a imensa vontade em entender a história contada de cada um dos personagens da trama Injustice, e assim, conseguirmos juntos  explorar o lado construtivo-pedagogico destas fontes, reunindo as ferramentas necessárias para a exploração de um foco: o aprendizado do Inglês e não a mera competição e/ou “aquisição mecânica” de um segundo ou terceiro idioma.   Se esta certo ou não, é difícil utilizar a melhor “taxonomia” para tal, pois tudo há um lado politico e ideológico. Trabalhar a fonte como foco  voltado para o processo de entendimento, codificação/decodificação do estudo de um idioma parece bastante positivo. Entendo que as fontes “de” e “para” o estudo são vastas; a maneira como fazemos o uso das mesmas eis a sabedoria para resultados mais definitivos.  



 
E o  que vocês acham?
 É possivel o videogame ser mais um aliado para o  aprendizado do Inglês?

A entevista abaixo é bastante curiosa! E admito sempre foi bem vinda em minhas aulas :D  
A Dank Languages caminha ao lado de metodologias inovadoras por ter seu aluno como principal referencia em seus resultados de pesquisas. Portanto negar o que o mundo nos oferece seria negar o aprendizado efetivo, furtando o direito de nossos alunos em aprender Inglês com base na inovando de técnicas.
Confiram  a entrevista :

  






terça-feira, 4 de junho de 2013

YES, YOU CAN! Falar Inglês sem medo


Hello Folks!!

Nem tenho palavras para agradecer o tempinho que todos vocês dispõem para lerem algumas notas em nosso blog. Sejam muito bem-vindos!!

        Não é de hoje que ouvimos de alunos e interessados em geral  a descrença quase que "total" no aprendizado de segundo idioma, especialmente o Inglês. Masss... necessariamente o Inglês?  Sim, ele mesmo, o conhecido, mas, muito mal ensinado e praticado pelos falantes brasileiros... o Inglês de importância veemente no mercado de trabalho, no lazer e dia-a-dia dos nossos cidadãos. Não vamos aqui discursar sobre as "crônicas de ensino" e as infindáveis ideologias e axiomas meramente teóricos,
Antes, gostaríamos de dividir algumas experiências das quais esperamos ser de grande valia para você, e para seu planejamento em adotar o estudo de um segundo idioma de forma definitiva. Definitiva porque todos os dias, presenciamos inúmeras desistências de alunos por uma razão de denominador bastante comum: a falta de motivação. Sabemos praticamente de cor, de todo um arsenal enciclopédico que a ciência pedagógica sugere para cada equipe de professores e coordenadores, e, até então, não encontramos um modelo absolutamente ideal de aprendizado senão àqueles que tangenciam uma linha de aproximação entre método e as reais necessidades do aluno, focando substantivamente  na particularidade e excentricidade de sujeito singular. Uma ideia que substancializa a personificação de método as necessidades e, por que não às expectativas do sujeito singular. Parece bastante complicado, e,  realmente o é na pratica de sua concreção. Não vamos aqui desnudar a solução pedagógico- metodológica que também é um fator da desistência de alunos; gostaríamos de focar  com um pouco mais de cuidado  o que esta acontecendo com os alunos em sua individualidade no momento  que decidem estudar Inglês. Em, outras palavras, o que acontece com você: Por que você continua acreditando que não conseguem falar inglês?
Sim, é fato que estudar exige muita dedicação, paciência e sacrifício. Também não descartamos a idéia de que a monotonia da sala de aula, os mesmos esquemas de participação entre alunos e professores, a famosa meia hora de laboratório e os quinze minutos de correção de homework; os livros didáticos que só mudam de "cara" e continuam dizendo "Nice to meet you" em diferentes tempos verbais... tudo isto é fatídico, não há discussão, realmente é desestimulador. Entretanto, voltemos a sua  proposição de começar (ou voltar) a estudar Inglês. O que se passa dentro de você? O que acontece com você quando encontra uma escola renovadora,  professores dinâmicos, livros didáticos super atualizados? Uma grande surpresa?! Sim... Não deixa de ser muito bom, contudo, não é suficiente. Por que depois de tantas "idas e vindas" você ainda continua  a desistir de estudar inglês. Será porque você se auto convenceu? Opa... eis aí um excelente começo para mudança de atitudes! Você sabia que quando começamos a nos familiarizar demais (mesmo que por simples deslize) qualquer tipo de idéia a nosso respeito,  irrevogavelmete criamos  uma força de atração  poderosa e, o resultado é bastante autoexplicativo: nós passamos a acreditar nela(s). Portanto tome cuidado! Observe que você tem muito poder sobre as qualquer coisa que está a sua volta. Consciente disso, acredite! Estudar inglês é de fato para você,  mais uma conquista.





Algumas dicas para você perder o medo de falar inglês e ganhar mais autoconfiança:


Deixe de lado os maneirismos. Para de se importar com  resultados de testes de proficiência.  Nós nos cobramos demais e, pouco internalizamos a experiência do erro.
Deixe da autopunição... se você já viajou para os Estados Unidos e uma recepcionista do hotel ficou impaciente com você..aprenda com esta experiência sem se importar tanto com os juízos alheios.

Observe o quanto você se esforçou e se esforça para dar o seu melhor. Reconheça de uma vez por todas que é errando que você aprende, é reconhecendo melhor os seus erros que melhor saberá descortinar os caminhos para o sucesso. Permitir–se aos “teorismos pedagógicos”, ao feedback pseudo-professional, aos prazos e metas de proficiência é continuar perdendo seu tempo sem sucesso algum.

Seja objetivo consigo mesmo quanto a sua capacidade intrínseca e poderosa de estudar e praticar inglês ou qualquer idioma sem autocobrança ou autopunição. Sinta-se sempre motivado mesmo ao cometer erros ou ouvir de amigos, chefes, colegas e/ou parentes que você não consegue...

Acredite em você mesmo, em cada mínimo esforço, pois nem mesmo o nativo detém o conhecimento total de sua língua mãe. Temos  certeza de que quando você começou a pronunciar as primeiras palavras do Português, sua mãe parabenizou seu esforço! E é isto que queremos para você! Gostaríamos que formulassem seu planejamento com consciência correta de si mesmo, de sua capacidade em falar e exercitar o inglês independente de qualquer resultado de teste teórico.

Dê-se todos os dias a honra em atingir suas metas com cautela e doação do melhor de si! Esta é magia para caminharmos em frente.  Não adianta só mudar de método, de professor, de livros aleatoriamente sem primeiro mudar algumas coisinhas que só dependem de você. Já parou para pensar nisto? Confie em sua força interior e faça a diferença...  

Foi um prazer!!
Ótima semana



Teacher Marcela

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 18

Peça um feedback

Você pode estar sendo injusto com você mesmo quanto á sua performance.
Peça ao seu professor um feedback profissional e formal sobre o seu progresso de tempos em tempos.
Peça para que ele aponte o que precisa ser melhorado, ofereça sugestões de exercicios e oriente quanto aos futuros passos.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 14

Tenha sequência

Siga um livro, um curso, tenha objetivos.

Alguns alunos querem abraçar o mundo: começam o básico, depois querem aprender algo para viagem, depois precisam fazer uma apresentação no trabalho e transformam o curso em uma verdadeira salada e não chegam a lugar algum.resumindo:perda de tempo e de dinheiro.Isso também vale para os professores que preferem não adotar um livro e acabam perdendo o fio da meada depois de um tempo de curso.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 13

Tenha frequência

As faltas são as maiores vilãs do bloqueio. O constrangimento do aluno em ter esquecido o que foi dado na última aula por conta das faltas, acarretará em um misto de dificuldade, dúvida , vergonha e, por fim, desmotivação.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Como vencer o medo de falar inglês Dica 6

Faça aulas particulares


Até alcançar o nível intermediário,você ganhará mais confiança e se sentirá mais à vontade para errar com as aulas particulares.
Passada essa etapa, sinta-se livre para encarar uma turma.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Teacher, esqueci de fazer minha lição de casa...

Antes das férias, abri nosso Little pig, lembram dele nesse post?






Quanto vocês acham que acumulamos nesse ano?

a)R$50,00?


b)R$100,00???!!!!!


c)R$19,00?







E a resposta é................................C!!!

Com a arrecadação de R$19,00 de lições NÂO feitas durante o ano, comprei barrinhas de chocolate e reparti entre todos os alunos:os que fizeram ou não as lições.

Essa é uma maneira um tanto light (?)de cobrar as lições de casa.
Espero não arrecadar nada ano que vem...rs

sábado, 7 de janeiro de 2012

Medo de falar na entrevista em inglês

Segundo o consultor de RH Rogério Sepa da DBM, um candidato que cometa erros de inglês na entrevista de emprego, porém descontraído, pode conquistar uma vaga de emprego no lugar de um candidato fluente mas com medo de cometer erros.

Para Rogério, há candidatos preparados que congelam na conversação. "Existe timidez e um medo enorme de cometer erros". Segundo o consultor, um concorrente comunicativo, mas com nível inferior de inglês, tem a chance de levar vantagem nas entrevistas. "Ele mostrará que sabe se expressar de forma segura e eficiente", esclarece.
Como eu sempre enfatizo aqui no blog, é muito melhor comunicar-se com erros do que travar e não conseguir se expressar.
Fonte:revista Você S/A

A reportagem na íntegra:

Pesquisa de consultoria internacional de RH mostra que apenas um terço dos executivos brasileiros domina o idioma. Limitação pode ser fatal em processos seletivos 
 
Você está preparado para uma entrevista em inglês? Apesar dos avanços, uma parcela ainda pequena de executivos brasileiros domina bem o idioma. É o que mostra uma pesquisa da consultoria de recursos humanos Michael Page. Segundo o estudo, só 33% dos profissionais do Brasil consegue se comunicar com desenvoltura em inglês, um índice que nos coloca atrás do México, Argentina e Chile. O levantamento da Michael Page mostra que nesses países a fluência dos executivos é de 52%, 49%, 46%, respectivamente.
 
Para o consultor de RH Rogério Sepa, da DBM, a longo prazo essa limitação complica o avanço na carreira. Porém, enfrentar uma entrevista em outro idioma não é um bicho de sete cabeças. Um dos tabus dessa etapa do processo seletivo é a exigência do nível de inglês acima da real função do candidato. "Isso acontece em algumas empresas porque o contratante quer testar o profissional já pensando em um futuro plano de carreira", esclarece. Infelizmente, diz Sepa, muitos desistem da vaga, mesmo quando a avaliação não é eliminatória. "Não percebem que o teste serve como aferição do nível atual de inglês. Algo que pode ser otimizado posteriormente até com incentivo da própria companhia", explica o consultor.
 
Curso no exterior ajuda a se comunicar
 
Outros elementos prejudiciais são a timidez e a mania de perfeição dos executivos. Para Rogério, há candidatos preparados que congelam na conversação. "Existe timidez e um medo enorme de cometer erros". Segundo o consultor, um concorrente comunicativo, mas com nível inferior de inglês, tem a chance de levar vantagem nas entrevistas. "Ele mostrará que sabe se expressar de forma segura e eficiente", esclarece.
 
De acordo com Rogério, uma das melhores maneiras de tirar as travas é através de cursos no exterior. Ao se comunicar em inglês num ambiente descontraído, de forma leve e prazerosa, o estudante é capaz de amenizar a timidez e o perfeccionismo. "O executivo observa que seus colegas também têm limitações e ganhará mais autoconfiança nos próximos processos", completa.

Bem, uma outra maneira mais rápida de tirar as travas na conversação é preparando-se com aulas particulares ou em grupos.
Com apenas 6 horas de curso, é possível preparar-se para as perguntas mais feitas nas entrevistas de emprego em inglês.Algumas delas:
  • Tell me about yourself.
  • What type of position are you looking for?
  • Are you interested in a full-time or part-time position?
  • Can you tell me about your responsibilities at your last job?
  • What is your greatest strength?
  • What is your greatest weakness?
  • Why do you want to work for us?
  • When can you begin?
Lembrando que não basta saber responder corretamente às perguntas, mas também escolher boas e adequadas respostas.

Em minhas aulas, trabalho com um software simulador de perguntas onde há entrevistadores de diferentes nacionalidades e pronúncias em inglês para que o aluno possa treinar para o dia da entrevista oficial.
Há também como gravar a resposta com um cronômetro para melhor organização do tempo.

Simulado da entrevista em inglês


Curso:Inglês para entrevista de emprego
Duração: 6 horas
Local:Dank Languages
Avenida Paulista n. 2073 Conjunto Nacional Metrô Consolação
Dias:21/28 de janeiro e 4 de fevereiro das 10:00 às 12:00
Valor: 1xR$350,00 (já inclui material)



Reservas pelos telefones:
11 5087-8854
11 9310-9292 (coordenação)







quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Identificando o seu medo

Faz tempo que eu não posto sobre o medo de dirigir...Por falar nisso, a direção vai bem, obrigada!:))Com a diminuição da velocidade de 70 km/h para 60 km/h´em algumas vias de São Paulo, como a Bandeirantes, dirigir (para iniciantes) ficou menos tenso. Achei esse video dia desses sobre identificar qual é o tipo de medo de dirigir que as pessoas enfrentam e tentei comparar ao medo de falar inglês:

Confira este vídeo incrível do MSN - Especialista fala sobre o medo de dirigir

As causas do medo de dirigir são inúmeras, pode ser algum trauma, insegurança ou até por perfeccionismo. Mas quando o medo vira fobia, é preciso procurar ajuda.

Pensando nessas 3 razões para ter medo:trauma, insegurança e perfeccionismo, qual delas seria a causa para o seu medo de falar inglês?

Talvez o perfeccionismo seja a maior causa do medo de falar inglês pois, como a psicóloga citou no vídeo, ninguém gosta de errar na frente dos outros, ser exposto ao erro e, tal qual dirigir, falar inglês errado é sempre uma situação de exposição.

Assim como uma pessoa não treina a direção na garagem, não dá para conversar sozinho. Até pode ser um exercício, mas não há como treinar um diálogo naturalmente.

Detectando o seu tipo de medo,você deve trabalhar em cima dele para achar a solução:
  • trauma: para quem teve um trauma em algum curso de inglês (sofreu com panelinhas e piadinhas) , sugiro começar com aulas particulares. Discuta sobre isso previamente com o profissional para que ele fique ciente das suas dificuldades. Um professor impaciente é tudo o que você não pode ter agora ou então, precisará se curar do trauma do trauma.
  • insegurança: minha experiência me ensina que a insegurança vem da falta de vocabulário e estruturas das frases (a  própria gramática). Portanto, não é hora de procurar um método que prometa fluência sem muita gramática. Comece com algo mais tradicional e deixe essas estratégias para quando seu vocabulário estiver mais extenso.
     
  • Perfeccionismo:Esse era o meu caso ao dirigir e aprendi que os perfeccionistas serão os alunos mais  admiráveis no futuro. Contudo, é preciso prática para fazer a coisa perfeita e ainda não inventaram nada que substitua isso. Portanto, mãos à obra: faça aulas particulares ou em grupo, exercícios, acompanhe esse blog e, por fim, pré- selecione o que gostaria de falar. Ou seja, esteja preparado antecipadamente para uma situação que você enfrentará:uma reunião,apresentação, receber um estrangeiro no trabalho...:)

 
 
 



sexta-feira, 8 de abril de 2011

Aprendendo inglês com You Tube 2

Preparando-se para o Toefl?Que tal praticar seu listening no YouTube?
Alguns videos postados te ajudam a praticar essa etapa do teste.Os videos já contém as questões.
Procure-as logo abaixo do player.

Esse outro video dá dicas valiosas sobre o Speaking. Adoro o que o professor Steve Ford fala sobre como falar de maneira clara. Aliás:quem foi que inventou que falar inglês precisa ser rápido e enrolado?!!
Aguarde meu próximo post sobre sotaque e inglês nativo...





segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Inglês com motivação

Os temas motivacionais são uma ferramenta constante de minhas aulas.
Separei esse video para vocês que é um campeão de downloads no youtube e é um ótimo exercício de vocabulário.

Clique na tecla "CC" do player para ver as legendas em inglês


Wear Sunscreen (em português Use filtro solar) é o nome comum de uma obra chamada "Advice, like youth, probably just wasted on the young" escrita por Mary Schmich e publicada no Chicago Tribune como uma coluna em 1997.
A forma mais conhecida da obra é uma música gravada em 1999, "Everybody's Free (To Wear Sunscreen)", produzida pelo cineasta australiano Baz Luhrmann. Narrado pelo dublador australiano Lee Perry, e usando um sample de "Everybody's Free", da cantora africana Rozalla (com o refrão cantado por Quindon Tarver) - canção que Luhrmann usou em seu filme Romeo + Juliet - a canção foi sucesso internacional, chegando ao primeiro lugar no Reino Unido e Irlanda. No mesmo ano a agência de publicidade DDB produziu um vídeo com o single. Uma versão em português narrada por Pedro Bial, "Filtro Solar", foi lançada em 2003, com um vídeo produzido pela DM9DDB.

fonte:wikipedia


Legendas em inglês:


Everybody's Free
(to wear sunscreen)
Mary Schmich
Chicago Tribune

Ladies and Gentlemen of the class of '97... wear sunscreen.
If I could offer you only one tip for the future, sunscreen would be IT.
The long term benefits of sunscreen have been proved by scientists whereas the rest of my advice has no basis more reliable than my own meandering experience.
I will dispense this advice now.
Enjoy the power and beauty of your youth. Never mind. You will not understand the power and beauty of your youth until they have faded. But trust me, in 20 years you'll look back at photos of yourself and recall in a way you can't grasp now how much possibility lay before you and how fabulous you really looked.
You are NOT as fat as you imagine.
Don't worry about the future; or worry, but know that worrying is as effective as trying to solve an algebra equation by chewing bubblegum. The real troubles in your life are apt to be things that never crossed your worried mind; the kind that blindside you at 4pm on some idle Tuesday.
Do one thing every day that scares you.
Sing.
Don't be reckless with other people's hearts, don't put up with people who are reckless with yours.
Floss.
Don't waste your time on jealousy; sometimes you're ahead, sometimes you're behind. The race is long, and in the end, it's only with yourself.
Remember compliments you receive, forget the insults; if you succeed in doing this, tell me how.
Keep your old love letters, throw away your old bank statements.
Stretch.
Don't feel guilty if you don't know what you want to do with your life. The most interesting people I know didn't know at 22 what they wanted to do with their lives, some of the most interesting 40 year olds I know still don't.
Get plenty of calcium.
Be kind to your knees, you'll miss them when they're gone.
Maybe you'll marry, maybe you won't, maybe you'll have children, maybe you won't, maybe you'll divorce at 40, maybe you'll dance the funky chicken on your 75th wedding anniversary. Whatever you do, don't congratulate yourself too much or berate yourself, either. Your choices are half chance, so are everybody else's. Enjoy your body, use it every way you can. Don't be afraid of it, or what other people think of it, it's the greatest instrument you'll ever own.
Dance. Even if you have nowhere to do it but in your own living room.
Read the directions, even if you don't follow them.
Do NOT read beauty magazines, they will only make you feel ugly.
Get to know your parents, you never know when they'll be gone for good.
Be nice to your siblings; they are your best link to your past and the people most likely to stick with you in the future.
Understand that friends come and go, but for the precious few you should hold on. Work hard to bridge the gaps in geography in lifestyle because the older you get, the more you need the people you knew when you were young.
Live in New York City once, but leave before it makes you hard; live in Northern California once, but leave before it makes you soft.
Travel.
Accept certain inalienable truths, prices will rise, politicians will philander, you too will get old, and when you do you'll fantasize that when you were young prices were reasonable, politicians were noble and children respected their elders.
Respect your elders.
Don't expect anyone else to support you. Maybe you have a trust fund, maybe you'll have a wealthy spouse; but you never know when either one might run out.
Don't mess too much with your hair, or by the time you're 40, it will look 85.
Be careful whose advice you buy, but, be patient with those who supply it. Advice is a form of nostalgia, dispensing it is a way of fishing the past from the disposal, wiping it off, painting over the ugly parts and recycling it for more than it's worth.
But trust me on the sunscreen.

 
Letra em português:

Senhoras e Senhores da Turma de 2003, filtro solar. Nunca deixem de usar filtro solar.
Se eu pudesse dar só uma dica sobre o futuro, seria esta: use filtro solar.

Aproveite bem, o máximo que puder, o poder e a beleza da juventude.
Ou então esquece. Você nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude até que tenham se apagado.

Não se preocupe com o futuro.
Ou então preocupe-se, se quiser, mas saiba que pré-ocupação é tão eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equação de álgebra.

Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.

Cante.

Não seja leviano com o coração dos outros.
Não ature gente de coração leviano.

Não perca tempo com a inveja. Às vezes se está por cima, às vezes por baixo. A peleja é longa. E às vezes, no fim, é você contra você mesmo.

Não esqueça os elogios que receber. Esqueça as ofensas. Se conseguir isso, me ensine.

Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos bancários velhos.

Estique-se.

Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conheço, não sabiam, aos 22, o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarentões mais interessantes que conheço, ainda não sabem.

Tome bastante cálcio. Seja cuidadoso com os joelhos, você vai sentir falta deles.

Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas Bodas de Diamante.

Dance.

Dedique-se a conhecer seus pais. É impossível prever quando eles terão ido embora de vez.

Seja legal com seus irmãos. Eles são a melhor ponte com o seu passado e, possivelmente, quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.

Entenda que amigos vão e vêm, mas nunca abra mão de uns poucos bons.

More uma vez em Nova York, mas vá embora antes de endurecer. More uma vez no Havaí, mas se mande antes de amolecer.

Viaje.

Cuidado com os conselhos que comprar. Mas seja paciente com aqueles que os oferecem. Conselho é uma forma de nostalgia. Compartilhar conselhos é um jeito de pescar o passado do lixo, esfregá-lo, repintar as partes feias e reciclar tudo para mais do que vale.

Mas no filtro solar, acredite.


Clique aqui e escute essa letra na voz de Pedro Bial

De todas, gostei mais dessa:
"Understand that friends come and go, but for the precious few you should hold on"

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A importância da lição de casa nas aulas de inglês

Apresento à vocês o novo mascote da sala de aula: Pig.



Agora é lei: alunos que não fazem lição, depositam R$1,00 no cofrinho.Ao final do semestre, tomaremos um café com o dinheiro arrecadado.
A idéia divertida é um incentivo para que os alunos não deixem de fazer suas tarefas.


Qual é a importância da lição de casa nas aulas de inglês?

Na maioria dos casos, os alunos tem aulas duas vezes por semana. Sendo assim, o intervalo aos fins de semana será um longo período sem estar em contato com a língua. A proposta de fazer lições (pesquisas, speeches, exercícios) é a chance que o aluno tem de fixar melhor a lição aprendida em sala de aula e de perceber suas dificuldades entre um exercício e outro.

Dicas:

1.Reescrever as frases que o professor apontou erros, é uma dica para fixar melhor a matéria aprendida.
2.A lição de casa deve ser feita com consulta, ou seja, você não precisa saber tudo de cabeça nessa etapa.
3.Aproveite essa hora para anotar todas as dúvidas e tirá-las na aula seguinte com seu professor.
4.Essa é a hora exata de escrever, já que na sala de aula você deve se empenhar em falar.
5.Use livros self-study:são livros com respostas no final e você poderá ganhar mais autonomia no idioma se tiver o hábito de se auto-corrigir.


Essencial Grammar in Use é um livro ótimo para os alunos estudarem por conta-própria.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Aprender um idioma evita decadência cerebral

Mais uma notícia que incentiva o aprendizado de um segundo idioma:



Falar mais de um idioma protege o cérebro da decadência cognitiva e ajuda a que a pessoa possa desenvolver várias tarefas ao mesmo tempo, disseram cientistas reunidos nesta sexta-feira em uma conferência nos Estados Unidos.
Tem sido demonstrado que ser bilíngue ou até estudar uma segunda língua na fase madura da vida retarda a decadência de algumas funções cerebrais, disse Ellen Bialystok, da Universidade York do Canadá, durante reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência.



Um estudo realizado, entre outros, por Bialystok, concluiu que quando as pessoas que falam mais de uma língua tem diagnosticado mal de Alzheimer, isto ocorre, em média, 4,3 anos mais tarde do que com pacientes que são monoglotas. O mesmo acontece com os primeiros sintomas, que aparecem 5,1 anos depois entre os primeiros.



Outro estudo, que recorreu à tomografia computadorizada e cujos resultados ainda não foram publicados, demonstrou que pessoas bilíngues tinham exatamente o mesmo nível de declínio cognitivo do que as que falavam apenas uma língua, apesar de que as primeiras estavam em um estágio muito mais avançado do mal de Alzheimer, disse Bialystok.

"Uma das razões pelas quais o bilinguismo tem estes mecanismos poderosos, inclusive o da proteção contra sintomas precoces de demência, é que é uma das formas de manter ativo o cérebro", disse Bialystok a jornalistas.

"Tudo serve. Quanto mais tempo você for bilíngue, quantas mais línguas falar, quanto mais fluidamente as dominar... Todas estas coisas ajudam", concluiu.

fonte: Yahoo notícias