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segunda-feira, 1 de julho de 2013

MITOS DO INGLÊS: "TEM QUE MORAR FORA PARA SER FLUENTE"

Hi there!! 

Neste final de semana eu tive a oportunidade de conversar com alguns parentes meus  recentemente chegados dos Estados Unidos e da Australia... ao invés de encontrá-los mais "maduros" em seu English &;Conversation, acabei me surpreendendo com os resultados...
 
E quantas vezes não caímos neste mito? Ahhh "se você deseja falar inglês fluentemente você deve morar fora. Só morando nos Estados Unidos, na Inglaterra, Canadá ou em qualquer outro país de língua inglesa que seu inglês será realmente fluente." Será?




 
Bem, não foi bem isto o que aconteceu com alguns de meus parentes que resolveram passar alguns meses em New York e em Sidney. E, não raro, isto é um fato bastante corriqueiro em nossas observação. Quantas pessoas você já não ouviu falar  que voltaram do exterior  ainda mais "mudos" ou no máximo parafraseando ou "repetindo" palavras soltas  de tanto ouvirem os timbres da mesma, mas em realidade mal entendem o uso e significado das mesmas.

Experiemente dizer "How have you been"  ao invés de "How are you" e vejam a reação. Falar inglês fluentemente sem um estudo orientado fica muito difícil. E isto não é novidade. Cair em certos "mitos" como o de "morar fora para aprender a falar inglês fluentemente" é mais um deles
Como profissional do ensino da língua inglesa (e eterna aluna do Inglês) eu conheci muitas pessoas que nunca foram para os Estados Unidos e tem um ótimo inglês. Ceta vez confesso que fiquei chateada comigo mesma, pois mesmo morando nos Estados Unidos, trabalhando para um multinacional americana,  me atualizando com cursos e viagens "para o mundo" eu não tive o mesmo desempenho em um teste mecânico de interpretação espontânea que um colega obteve - detalhe que ele nunca saiu de São Paulo em toda sua vida! Veja só como são as coisas... 
É claro que não estou "menosprezando" a idéia de viajar e aprender um segundo idioma. Mas, é necessário frisar a ideia em "Aprender".



Vale muito a pena passar uma temporada em um país onde o inglês é falado. Entretanto, tal não é o bastante para ser fluente em inglês. Se desejamos ter  Inglês fluente não tem milagre: é necessário estudar, se envolver com a língua, dedicar-se à ela e muito mais. E isso você pode fazer morando aqui mesmo no Brasil. Cabe ao aprendiz deixar a preguiça de lado e dedicar tempo para utilizá-los em prol do seu aprendizado. No geral, tudo é uma questão de querer aprender a língua e para aprender basta fazer a sua parte: leia livros, escute entrevistas, assista a filmes e seriados, seja curioso, vá além, não se limite a avaliações de terceiros, ouse, tente, levante-se e continue... Quanto esta é nossa prioridade não é necessário dispender tanto dinheiro e procurar ajuda fora. Temos  inúmeros recursos para aprender Inglês, contudo de nada valem se continuarmos a terceirizar nossa parte: estudo e dedicação. 
You can fly higher!! 

Cheers 

domingo, 23 de junho de 2013

Falar inglês corretamente, com autenticidade e longe dos maneirismos da "pressa"


Hello Folks!!

Logo cedo quando lia os noticiários sobre educação e cultura me interessei por um tópico bastante oportuno para nosso blog: "Inglês e o perfeccionismo de seus falantes"
 
O texto fez alusão aos profissionais que, insatisfeitos com seu inglês se sentiam ainda mais frustados ao passarem por certos testes orais de proficiência e não garantirem nota máxima nos mesmos. As linhas do inconformismo tocam num campo bastante delicado aos seus falantes não-nativos, pois é difícil imaginar que em um teste oral dirigido para professores a média apontou uma estatística bastante "razoável" em seu desempenho, preocupando seus mestres quanto ao quesito: pronunciation. 
 
Desta forma, pensei um pouco mais e logo imaginei que o "razoável" pode ter soado como "fracasso" para muitos profissionais, contudo, tal não deve ser este interpretado como mais uma catalisador de fracassos e/ou catástrofes. Ao longo de minha vida profissional eu tive a oportunidade de realizar diversos cursos internacionais tanto nos Estados Unidos da América como na Alemanha, e,  não raro, constatei que mesmo para muitos  mestres e doutores da gramática Inglesa a "impressão" 100% de sua letra e grafia não confirmaram os mesmo percentual em sua pronuncia,  se comparado ao nativo inglês ou americano. Seria isto um gafe?

Absolutamente, não! Uma coisa é aprender a falar o segundo idioma com coerência, entonação e ritmação corretos; outra coisa é passar a "imitar" os sons conjugados e as interpolaçõees de um idioma. Por mais "perfeito" que estruturalmente falemos, é fato guardarmos um certo "accent" nosso.

A lingua portuguesa falada em São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo,  nao possuem a  mesma entonação entre si (quem dirá para as outras regiões  deste nosso enorme país) e, nem por isso, podemos alegar que em  São Paulo e no Rio de Janeiro, os brasileiros nao "falam o português correto". Por outra via um teste de  proficiência oral, é claro que possui suas linhas de classificação, mas,  o concieto "razoável" nao quer dizer necessariamente o intolerável, antes, a observação de que a idéia de fluência no inglês  não advém do fato de "repetirmos" com proeza os sons de sua sílabas falantes à maneira dos papagaios, mas o quão naturalmente falamos o Inglês, utilizando-nos de estruturas e vocabulários corretos sem desprezarmos a correta "fonologia" deste idioma. Procurar um profissional que repita os sons do Inglês com a mesma velocidade dos filmes de Hollywood não necessariamente é o melhor caminho. Podemos falar muito rápido e continuarmos a reproduzir erros e repetirmos vocabulários de forma "generalizadora"  até fossilizá-los em nosso "arquivo de memória". 
Tomemos como exemplo o ator Antonio Banderas... se o  acompanharmos nas entrevistas vamos observar um sotaque espanhol bastante distinto e nem por isto podemos considerá-lo  um mal falante do Inglês. Perfeccinismo não quer dizer fluência e fluência não quer dizer  apenas velocidade de ritmação, antes o quão naturalmente sua mensagem é transmitida e entendida por um nativo, por exemplo. Se você consegue falar muito bem e rapidamente ótimo, o que não podemos confundir são sons com melodias, ok? :)

Acompanhe Antonio Bandeiras falando  Inglês corretmanete sem a cair nas desvairadas tentativas de ser um "papa-léguas" da Letra, antes um comunicante.

 
Pensem nisso!!

Have a wonderful week!!